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Mais do Que Uma Criada: A Vingança de Lia

Capítulo 4 

Palavras: 339    |    Lançado em: 30/06/2025

mélia foi marcada pa

Pedro e Tiago revezaram-se para ficar, mas Helena insistiu em ficar

falou

enar" coisas. Helena rezava o terço, lançand

res nas costas, vi a Dona Amélia a

espera tensa, o c

u tudo como planeado. Agora começ

etivo de alívi

pois Tiago. Eu fiquei de

transferida para um quarto privado, a

tempos," declarou Pedro, como se fosse a decisão mai

sogra. O meu i

a fica a vinte minutos daqui.

a vai precisar de ajuda durante a noite. E se ela cair

emocional, p

viver na tua casa, Helena," dis

a minha mãe nas mãos de alguém que nem

o, pondo um fi

m casa da minha mãe. Traz algumas

ua decisão foi final, e a m

lada numa teia que eles

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Mais do Que Uma Criada: A Vingança de Lia
Mais do Que Uma Criada: A Vingança de Lia
“Naquela tarde em Lisboa, o sol forte não aquecia o frio que me vinha de dentro. O meu telemóvel vibrou com uma mensagem do meu marido, Pedro: "Lia, a avó caiu. Está no hospital. Preciso de ti aqui." A "avó", a mãe da minha sogra, era a matriarca da família Almeida, uma mulher que me desprezava abertamente desde o meu casamento. Cheguei ao hospital para ser imediatamente confrontada por olhares frios e acusações de atraso, apesar de Pedro não ter sequer me dito onde estavam. A cirurgia da Dona Amélia foi um sucesso, mas a recuperação, dolorosa e longa, exigiria cuidados constantes. Foi então que a bomba rebentou. "Tu não trabalhas. É teu dever," declarou a minha sogra, Helena, virando-se para mim com um olhar calculista. A ordem era clara: eu, a única com "tempo", deveria ser a cuidadora a tempo inteiro. Pedro, em vez de me defender, cortou-me a palavra com desdém, chamando os meus projetos de escrita de "hobbies" e insistindo que eu era a única opção. Senti-me apanhada numa teia de imposições e desprezo, onde a minha vida e dignidade eram completamente secundárias ao "dever familiar". Mudei-me para a casa da minha sogra, sendo tratada como uma empregada, criticada a cada passo, com Pedro a ignorar o meu sofrimento. Será que eu era apenas uma "criada", como Pedro me chamava quando a minha frustração transbordou? Depois de dois meses de inferno pessoal, e daquele insulto final, uma decisão amadureceu na escuridão da noite: chega. Peguei na minha mala e saí no meio da noite, ligando para a única pessoa que se atreveu a mostrar-me alguma empatia. Este foi o ponto de viragem. Agora, a guerra pelo divórcio começaria, e eu estava pronta para lutar pela minha liberdade.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10