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Xiao Wang Qin Qin

8 Livros Publicados

Livros e Histórias de Xiao Wang Qin Qin

Prisioneira do Traficante: Amor Proibido

Prisioneira do Traficante: Amor Proibido

Máfia
5.0
Fui vendida. Essa era a verdade amarga que sentia no frio do mármore sob meus pés descalços, enquanto o cheiro de jasmim na mansão de Dante, o chefe do tráfico do Rio, sufocava meu sonho de ser dançarina de samba. Minha vida de "passarinho na gaiola de ouro" desmoronou de vez quando uma mulher irrompeu na biblioteca como um furacão rosa-choque. "Olá, meus amores! Yasmin chegou! A protagonista finalmente está na área para encontrar seu grande amor!" Ela se autoproclamou, com uma arrogância que beirava o ridículo, declarando que eu não passava de uma "figurante". "Eu sou a protagonista desta história. Eu e o Dante. Estamos destinados a ficar juntos. Você não passa de um detalhe insignificante", ela cuspiu, o desprezo gotejando de cada palavra, mesmo com meus olhos fixos no anel de prata que Dante havia posto em meu dedo na noite anterior. Menos de uma hora depois, Yasmin, em sua bolha de delírio, invadiu o escritório de Dante, gritando: "Dante, meu amor!", fazendo o ar da casa congelar e o rosto dele se contorcer em fúria letal. Ela me confessou, radiante: "Ele mal pode acreditar que eu estou aqui. É o destino, eu te disse!". Eu sussurrei, horrorizada, "Ele vai te matar!". Ela riu, me empurrou para o lado e foi para a cozinha, com ares de dona da casa, cantarolando uma música pop, alheia à tempestade que estava por vir. Mais tarde, Dante a confrontou: "Quem te deu permissão para entrar aqui? Quem te deu permissão para me tocar?". Ele a empurrou para o chão e perguntou a mim, com um sorriso cruel: "Diga-me, o que eu faço com o lixo que entra na minha casa sem ser convidado?". Eu, a "figurante", fui ordenada a "levar o lixo para fora". No quarto, Yasmin me empurrou, me fazendo bater a cabeça. "Isso é para você aprender o seu lugar. Fique longe do Dante. Ele é meu!", ela sibilou. Então, ela invadiu a adega de Dante, pegou um vinho caríssimo e o exibiu nas redes sociais. No dia seguinte, Dante me disse, tocando meu curativo: "Ninguém machuca o que é meu". Eu, tola, respondi: "Eu não sou sua, senhor". Ele sorriu, possessivo. "Ainda não." Ele pediu para que Yasmin fosse levada ao "quarto de reflexão" e que um vinho caro fosse quebrado na frente dela. E me convidou para jantar, com a condição de que eu tirasse o curativo: "Eu quero ver a marca que ela deixou". Naquela noite, sob um céu estrelado, Yasmin tentou me envenenar, mas Dante a jogou na piscina. Ele me puxou para seu colo, a mão deslizando por minha perna, enquanto ele sussurrava: "Eu gosto quando você está com medo". Ele me beijou, um beijo de posse. No quarto dele, ele me tomou, marcando seu território. Eu era a mulher dele. Em uma viagem à Amazônia, Yasmin, que inexplicavelmente havia retornado, orquestrou um ataque. No meio da selva, homens mascarados invadiram nossa cabana, me agarrando. Dante quebrou a janela, e em um borrão de tiros e fúria, os homens caíram mortos. "Como você vai me pagar por salvar sua vida, Sofia?", ele perguntou. Ele lambeu uma gota de sangue do meu pescoço. "Isso é um bom começo", ele murmurou, e ali, no chão da cabana, ele me fez sua de novo. No rio, em meio a um tiroteio, Dante, sem hesitar, usou Yasmin como escudo, e uma bala atingiu a perna dela. Os homens do cartel a sequestraram. "Estamos com sua mulher", disseram a Dante. Ele respondeu: "Pode ficar com ela. Ela não vale um centavo para mim. Na verdade, se você a matar, eu te pago." Ele foi buscá-la. Dante me chamou de "minha mulher" na frente de Yasmin, esmagando suas últimas ilusões. De volta à mansão, ele se ajoelhou com um diamante em suas mãos. "Case-se comigo, Sofia. Seja a rainha do meu inferno." Eu, a "figurante", me tornei a rainha de seu inferno, em uma história torta, mas real.
Casamento Trocado, Destino Reescrito

Casamento Trocado, Destino Reescrito

Romance
5.0
Fui esfaqueada pela minha própria irmã, Joana. A dor aguda no meu abdômen foi a última coisa que senti antes de tudo escurecer. Eu tinha acabado de ser nomeada empresária exemplar da cidade, o auge da minha vida, e ela, consumida pela inveja, decidiu acabar com tudo. Mas quando abri os olhos novamente, o cheiro de mofo e o som de uma briga familiar me trouxeram de volta. Eu estava no meu antigo quarto, em 1982, no dia do meu noivado. Na minha vida passada, eu era a chacota da família. Joana, minha meia-irmã, escolheu o noivo promissor, e para mim sobrou o preguiçoso e alcoólatra João. Enquanto a vida dela virava um inferno, eu, com paciência e trabalho duro, transformei João em um milionário, construindo um império. Até que a faca de Joana encontrou meu estômago. Agora, Joana gritava na sala: "Mãe, eu quero o João! A Maria que se case com o diretor!" Ela também se lembrava. Ela queria meu destino de sucesso, mas não o caminho. Minha madrasta, Lúcia, com sua falsa preocupação, perguntou o que eu achava da troca. Eu olhei para Joana, que achava ter roubado meu bilhete de loteria. "Se a Joana insiste tanto, eu aceito me casar com o diretor Carlos." Um sorriso vitorioso se espalhou pelo rosto dela. Mal sabia Joana que a fonte do sucesso não era o homem, mas a mulher que o construiu. Eu não era mais a tola submissa. Desta vez, eu recuperaria o que era meu por direito e desvendaria a verdade sobre a morte da minha mãe. A história seria diferente.
Mais do Que Uma Criada: A Vingança de Lia

Mais do Que Uma Criada: A Vingança de Lia

Moderno
5.0
Naquela tarde em Lisboa, o sol forte não aquecia o frio que me vinha de dentro. O meu telemóvel vibrou com uma mensagem do meu marido, Pedro: "Lia, a avó caiu. Está no hospital. Preciso de ti aqui." A "avó", a mãe da minha sogra, era a matriarca da família Almeida, uma mulher que me desprezava abertamente desde o meu casamento. Cheguei ao hospital para ser imediatamente confrontada por olhares frios e acusações de atraso, apesar de Pedro não ter sequer me dito onde estavam. A cirurgia da Dona Amélia foi um sucesso, mas a recuperação, dolorosa e longa, exigiria cuidados constantes. Foi então que a bomba rebentou. "Tu não trabalhas. É teu dever," declarou a minha sogra, Helena, virando-se para mim com um olhar calculista. A ordem era clara: eu, a única com "tempo", deveria ser a cuidadora a tempo inteiro. Pedro, em vez de me defender, cortou-me a palavra com desdém, chamando os meus projetos de escrita de "hobbies" e insistindo que eu era a única opção. Senti-me apanhada numa teia de imposições e desprezo, onde a minha vida e dignidade eram completamente secundárias ao "dever familiar". Mudei-me para a casa da minha sogra, sendo tratada como uma empregada, criticada a cada passo, com Pedro a ignorar o meu sofrimento. Será que eu era apenas uma "criada", como Pedro me chamava quando a minha frustração transbordou? Depois de dois meses de inferno pessoal, e daquele insulto final, uma decisão amadureceu na escuridão da noite: chega. Peguei na minha mala e saí no meio da noite, ligando para a única pessoa que se atreveu a mostrar-me alguma empatia. Este foi o ponto de viragem. Agora, a guerra pelo divórcio começaria, e eu estava pronta para lutar pela minha liberdade.
Tarde Demais, Sr. Albuquerque

Tarde Demais, Sr. Albuquerque

Moderno
5.0
Minha vida com Ricardo Albuquerque, herdeiro do agronegócio, parecia um conto de fadas, mesmo que eu, Isa Santos, uma arquiteta, tivesse posto meus sonhos de lado pelo nosso casamento. Mas então, a descoberta cruel: Vanessa Melo, a influenciadora fútil, era a amante. Minha tentativa de "resolver" tudo, comprando uma passagem só de ida para Milão para Vanessa, transformou a dor numa escalada de terror. O telefone tocou. Era ele, Ricardo. E o que vi na videochamada gelou meu sangue: meus pais, Afonso e Beatriz, amarrados em um cativeiro sujo, um cronômetro digital contando implacavelmente no canto da tela. Ameaças frias exigiam que eu revelasse o paradeiro dela, ou eles pagariam. A partir daí, minha vida virou um inferno público. Ele vazou minhas fotos íntimas na internet, me forçou a doar meu sangue raro para o pai da amante, humilhou-me em galas da alta sociedade. No meu próprio aniversário, Vanessa, a amante, me espancou na frente de todos, sob o olhar aprovador e cruel de Ricardo. Depois, fui arrastada para uma cela imunda. Como o homem que me prometeu devoção eterna pôde se transformar num monstro sádico? Cada tapa, cada humilhação, cada dia na prisão me ensinou uma verdade brutal: o amor dele era uma doença. Mas por que tanta crueldade? O que ele realmente esperava com tudo aquilo? Enquanto ele planejava meus dias de submissão, eu ativava, secretamente, cada cláusula do meu contrato pré-nupcial, aquele que ele nem lembrava. Eu enterrei meu passado em cinzas. Minha fuga para Lisboa com meus pais, sob uma nova identidade, não era mais uma opção, mas uma promessa. Ele podia ter meu passado, mas a liberdade seria minha. E a justiça, eu a alcançaria de outra forma.