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A Verdade Por Trás do Arranhão do Gato

Capítulo 3 

Palavras: 535    |    Lançado em: 30/06/2025

a hora depois, o rosto pálido e o

pai há dez anos, mas a notíci

ue ele es

cirurgia, mãe. U

dinheiro. Sobre o Pedro

palavra que eu dizia. Quando terminei, ela pegou na minh

ão que eu não via há anos. "Eu vendi a casa dos teus avós no an

ça finalmente vieram. Chorei nos braços da minh

, mãe. Ele simplesm

querida

tração do hospital para tratar da transfe

o de fora, o ar frio da no

rou. Era um número

ou eu,

doce, coberta por uma cam

teu pai não está b

a?" perguntei, a minha voz d

Pedro. Ele está muito stressado. Esta situação com o teu

perguntei, o sarcasmo a

herói. Mas o meu braço está dorido por causa

la, a cuidar dela, enquanto o m

inheiro que vocês têm é para o vosso futuro. Para os

subir de tom. "Segundo, quem te deu o direito de me liga

r! O Pedro é meu amigo! Eu

de o chamar a meio da noite p

telefone n

ois, recebi uma

entar ajudar. Pedi-te para não seres egoísta. Parece qu

le estava desa

e vazio que ecoou n

agem e bloqueei o número do Pedro.

ortar os laço

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A Verdade Por Trás do Arranhão do Gato
A Verdade Por Trás do Arranhão do Gato
“Estava a fazer as malas para a nossa viagem de aniversário, imaginando os Açores. O meu marido, Pedro, estava no banho, cantarolando uma melodia. Então, o hospital ligou. O meu pai tivera um ataque cardíaco. Estava em estado crítico. O meu telemóvel caiu da mão, e o meu mundo parou. Gritei o nome do Pedro, mas ele saiu do banho, furioso. "O que foi, Eva? Não vês que estou a tomar banho? Que gritaria é essa?" "O meu pai," consegui dizer, as lágrimas a escorrer. "Ele teve um ataque cardíaco. Precisamos de ir para o hospital. Agora!" Ele suspirou, exasperado. "Outra vez? O teu pai não pode ter um drama sem ser no pior momento?" Nesse instante, o telemóvel dele tocou. Era a Sofia, a sua "melhor amiga". O gato dela tinha subido a uma árvore e não conseguia descer. A decisão do Pedro foi instantânea. "Não te preocupes, Fifi. Estou a ir para aí." Ele começou a vestir-se, não para a nossa viagem, mas para ir ao encontro dela. "Pedro, não podes estar a falar a sério. O meu pai está a morrer!" "O teu pai está no hospital, com médicos," ele respondeu frio. "A Sofia está sozinha." "Um gato é mais importante do que o meu pai?" "Não sejas dramática, Eva. Eu vou lá, e depois falamos do teu pai. Chama um táxi." Ele saiu, deixando-me ali, com o bilhete dos Açores a troçar de mim. No hospital, o médico disse: "Ele precisa de uma cirurgia de bypass urgente. Custa 50 mil euros." Liguei ao Pedro, implorei que me atendesse. A sua resposta veio por mensagem: "Estás louca? 50 mil euros? Esse dinheiro é para a nossa casa. Não vou gastar as nossas poupanças num velho que mal se aguenta em pé." "O teu pai já viveu a vida dele. Nós estamos a começar a nossa. A Sofia concorda comigo." O meu mundo desabou. Ele não quis saber. A vida do meu pai não valia o nosso dinheiro, mas um gato, sim. A raiva subiu-me à cabeça. Ele não ia arruinar-me. A decisão de destruir esta farsa de casamento era agora uma necessidade urgente.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10