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A Verdade Por Trás do Arranhão do Gato

Capítulo 4 

Palavras: 722    |    Lançado em: 30/06/2025

pai foi marcada pa

minha mãe sentámo-nos lado a lado na sala de espera, sem diz

la de cirurgia apagou-se e o

sado. "Ele é um lutador. Agora está na recuperação. Vai pr

fez cair. A minha mãe abraçou-me, e a

ai. Ele ainda estava sedado, pálido e frágil, rodeado de t

a mãe insistiu que eu f

Tu precisas de dormir numa

tinha razão. Estava exaus

so apartamento, a por

estava

, a ver televisão, com uma cerveja

u pai?" perguntou ele,

rgia correu bem," respo

precisavas de entrar em pâ

ha mãe

são de alívio. "Bom. Muito sensato da parte d

ra a televisão, como se o a

a o homem com quem partilhei a minha vida durante cinco a

minha voz firme. "

ejas ridícula, Eva. Estás cansada e c

u a falar a s

e. A sua expressão mudou

mil euros no teu pai? Porque eu ajudei uma amiga em a

dela em vez do meu pai. Tu disseste-me que ele já tinha viv

so no calor

trás quando ele se aproximou. "O nosso casamento não está a ser destruído po

ou. "Nós somos felizes! Tí

não sou feliz. E eu não v

armário, enfiando-as de qualquer maneira na mala que t

sua voz a ecoar n

Pára com isso, Eva!

casa da

ele, agarrando-me no braço. O

-me, P

ar. Depois de tudo o

e nos olhos dele. "Além de me ignorares, de me diminuíres e de

vras, o seu rosto

com um puxão violento. Peguei n

ele ameaçou, a sua voz baixa e pe

abri a porta e saí, f

ura foi o som mais libert

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A Verdade Por Trás do Arranhão do Gato
A Verdade Por Trás do Arranhão do Gato
“Estava a fazer as malas para a nossa viagem de aniversário, imaginando os Açores. O meu marido, Pedro, estava no banho, cantarolando uma melodia. Então, o hospital ligou. O meu pai tivera um ataque cardíaco. Estava em estado crítico. O meu telemóvel caiu da mão, e o meu mundo parou. Gritei o nome do Pedro, mas ele saiu do banho, furioso. "O que foi, Eva? Não vês que estou a tomar banho? Que gritaria é essa?" "O meu pai," consegui dizer, as lágrimas a escorrer. "Ele teve um ataque cardíaco. Precisamos de ir para o hospital. Agora!" Ele suspirou, exasperado. "Outra vez? O teu pai não pode ter um drama sem ser no pior momento?" Nesse instante, o telemóvel dele tocou. Era a Sofia, a sua "melhor amiga". O gato dela tinha subido a uma árvore e não conseguia descer. A decisão do Pedro foi instantânea. "Não te preocupes, Fifi. Estou a ir para aí." Ele começou a vestir-se, não para a nossa viagem, mas para ir ao encontro dela. "Pedro, não podes estar a falar a sério. O meu pai está a morrer!" "O teu pai está no hospital, com médicos," ele respondeu frio. "A Sofia está sozinha." "Um gato é mais importante do que o meu pai?" "Não sejas dramática, Eva. Eu vou lá, e depois falamos do teu pai. Chama um táxi." Ele saiu, deixando-me ali, com o bilhete dos Açores a troçar de mim. No hospital, o médico disse: "Ele precisa de uma cirurgia de bypass urgente. Custa 50 mil euros." Liguei ao Pedro, implorei que me atendesse. A sua resposta veio por mensagem: "Estás louca? 50 mil euros? Esse dinheiro é para a nossa casa. Não vou gastar as nossas poupanças num velho que mal se aguenta em pé." "O teu pai já viveu a vida dele. Nós estamos a começar a nossa. A Sofia concorda comigo." O meu mundo desabou. Ele não quis saber. A vida do meu pai não valia o nosso dinheiro, mas um gato, sim. A raiva subiu-me à cabeça. Ele não ia arruinar-me. A decisão de destruir esta farsa de casamento era agora uma necessidade urgente.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10