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A Vingança de Catarina: Uma Verdade Silenciosa

Capítulo 2 

Palavras: 606    |    Lançado em: 30/06/2025

uneral, a família Patt

caro e expressão sole

profundas condolências. A Helena era uma

tou abr

um pass

Ele olhou-me nos olhos, e por um instante, vi a

mão da Sofia. A minha filha olhou para

am

u cheiro, o calor do seu pequeno corpo,

meu amor. A m

u?" perguntou ela, a sua vo

querid

rina, vamos. Não é bom para ti ficares

," respondi, levanta

ssa casa é onde eu e a nossa fil

o cemitério. "A minha mãe acabou de se

al. Querida, não te preocupes com nada. Nós cuidamos de tudo. Podes ficar na tua casa o temp

e era, na verdade, uma forma de me cont

so. Mas eu sei

ra, levando a Sofia com eles. Promete

ava de tempo. Precisava

se fechou, comec

l. Uma fuga de gás num fogão an

a pavor de acidentes domésticos. Verific

ho estava lá, um dinossauro de

O meu alv

o da mi

, documentos. A sua vida estava em

vasculhar tudo.

caixa velha de bi

ova direta. Ma

gravador de v

lha guarda, ainda

ada, datada do dia

almente elegante, esta

atarina, ele tem outras formas de resolver as coisas. Formas permanentes. Gravei a con

coraçã

a con

"O sítio seguro". O que

uarto todo ou

ação que

e ela me contava quando eu era peq

lareira antiga que nunca usávamos. Um

os a treme

pequeno buraco,

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A Vingança de Catarina: Uma Verdade Silenciosa
A Vingança de Catarina: Uma Verdade Silenciosa
“O meu telemóvel tocou. Era o meu marido, Pedro. Estava sentada no chão frio da cozinha, ao lado do corpo imóvel da minha mãe. Causa da morte: envenenamento por monóxido de carbono. Acidental. Mas eu sabia a verdade. A minha mãe não se matou. Ela foi assassinada pelo meu sogro, Afonso, o homem que todos viam como um pilar da comunidade. Pedro queria que eu fosse para a casa deles, a casa do assassino da minha mãe, arrastando o nome dela na lama, chamando a minha dor de "drama" e usando a nossa filha para me manipular. A sua voz, outrora familiar, soava distante, submissa ao pai, que se ria da minha face, ciente de uma verdade que só a mim parecia óbvia: ele era um criminoso. Não fazia sentido. Porquê? Como? Como é que um homem tão respeitado podia ser um assassino? Bloqueei o número dele. Depois o da minha sogra. E finalmente, o de Afonso. Eles pensavam que eu era fraca. Que ia chorar num canto e aceitar a "tragédia". Estavam enganados. A minha mãe deu-me esta casa. Deu-me a vida. E eu ia usar as duas coisas para a vingar. A justiça por Helena começava agora.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10