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A Vingança de Catarina: Uma Verdade Silenciosa

Capítulo 3 

Palavras: 628    |    Lançado em: 30/06/2025

o botão

encheu a sala silen

r, vai-te embora.

z dele. Arro

m bom preço. Mais do que vale. A Catarina e o Pedro pod

É a única coisa que tenho

ar. Tem a nossa família. Ela não precisa

eres isto para o teu filho mais novo, para o Tiago. Po

e algo a ser b

ele. E eu consigo o que quero. Sempre. Se não for por bem... bem, acidentes acontecem. E

ação t

utra vez

prego no caixão da

ida. Era uma

com o diário, e

trouxe a Sofia. Ele par

nuar. O meu pai arranjou um agente imobiliário p

arido. O pai da minha f

vender a ca

aro que vamos. Não sejas ridícul

ha. E a casa não é

da minha mãe. Apontei

r desapareceu

A tua mãe estava a imaginar

ava confusa.

. Não o liguei. Apenas

mãe. No dia antes de ela mo

a o meu rosto. O pânico com

tás a acusar o meu pai de... de homicídio

um assa

a nossa família por causa

Pedro. No dia em que escolheste o t

, a sua mão levantada. Por um seg

tava a brincar no c

estás a grit

A sua raiva transfor

squecer tudo isto. Pelo bem da Sofia. Não a faça

avó. A única que re

cisão esta

eva as tuas coisas.

olhar para m

causa disto? Tu

stódia da Sofia, esta gravação vai diretamente p

ido. Ele sabia que eu

que tinh

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A Vingança de Catarina: Uma Verdade Silenciosa
A Vingança de Catarina: Uma Verdade Silenciosa
“O meu telemóvel tocou. Era o meu marido, Pedro. Estava sentada no chão frio da cozinha, ao lado do corpo imóvel da minha mãe. Causa da morte: envenenamento por monóxido de carbono. Acidental. Mas eu sabia a verdade. A minha mãe não se matou. Ela foi assassinada pelo meu sogro, Afonso, o homem que todos viam como um pilar da comunidade. Pedro queria que eu fosse para a casa deles, a casa do assassino da minha mãe, arrastando o nome dela na lama, chamando a minha dor de "drama" e usando a nossa filha para me manipular. A sua voz, outrora familiar, soava distante, submissa ao pai, que se ria da minha face, ciente de uma verdade que só a mim parecia óbvia: ele era um criminoso. Não fazia sentido. Porquê? Como? Como é que um homem tão respeitado podia ser um assassino? Bloqueei o número dele. Depois o da minha sogra. E finalmente, o de Afonso. Eles pensavam que eu era fraca. Que ia chorar num canto e aceitar a "tragédia". Estavam enganados. A minha mãe deu-me esta casa. Deu-me a vida. E eu ia usar as duas coisas para a vingar. A justiça por Helena começava agora.”
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