icon 0
icon Loja
rightIcon
icon Histórico
rightIcon
icon Sair
rightIcon
icon Baixar App
rightIcon

A Vingança de Catarina: Uma Verdade Silenciosa

Capítulo 4 

Palavras: 672    |    Lançado em: 30/06/2025

em dizer mai

ha cama. O seu corpo pequeno aninhado contr

o consegu

ger do soalho, cada assobio do ven

va, mas o que

ia o Afonso. Ele era rico, influente. Tinha am

zer que era falsa. Podiam virar tudo contra mim, pi

de algo que ele não pudesse ne

Dr. Carvalho, recomendado por um velho amigo da minha mãe

udo. O diário

amente, o seu r

nou, ele ficou em silên

o. Sozinho, isto pode não ser suficiente para uma condenação por homicídio. É uma ameaça

fê-lo! O

rir o caso será uma batalha difícil. O Sr.

ubir. "Então, o que f

samos de ser mais espertos. Ameaçá-lo diretamente com isto agora só o vai

utra p

lho sujo eles mesmos. Talvez ele tenha contratado alguém para sabotar

siva ao confrontar o Pedro. Tinha mo

ugere?"

a filha, citando o ambiente tóxico na casa dos Patterson. Use a gravação como alavanca,

dep

mos de um investigador privado. Alguém bom. A

rança ao mesmo tempo. Era um cami

ate quem for preciso. Eu p

ma pequena herança que ela guardara durante anos. E

eu era a mãe da Sofia. Íamos ao parque, líamos histórias, construíamos f

de ela adormecer,

o investigador que ele contra

nso é esperto. Não d

Finanças, chamadas telefó

ificação do divór

ata. Uma chamada da

struir esta família! O Afonso está de cora

matou a minha

trevas a dizer uma coisa dessas! És uma mentiro

roubar a minha casa e mataram a

lig

começado. E e

Reclame seu bônus no App

Abrir
A Vingança de Catarina: Uma Verdade Silenciosa
A Vingança de Catarina: Uma Verdade Silenciosa
“O meu telemóvel tocou. Era o meu marido, Pedro. Estava sentada no chão frio da cozinha, ao lado do corpo imóvel da minha mãe. Causa da morte: envenenamento por monóxido de carbono. Acidental. Mas eu sabia a verdade. A minha mãe não se matou. Ela foi assassinada pelo meu sogro, Afonso, o homem que todos viam como um pilar da comunidade. Pedro queria que eu fosse para a casa deles, a casa do assassino da minha mãe, arrastando o nome dela na lama, chamando a minha dor de "drama" e usando a nossa filha para me manipular. A sua voz, outrora familiar, soava distante, submissa ao pai, que se ria da minha face, ciente de uma verdade que só a mim parecia óbvia: ele era um criminoso. Não fazia sentido. Porquê? Como? Como é que um homem tão respeitado podia ser um assassino? Bloqueei o número dele. Depois o da minha sogra. E finalmente, o de Afonso. Eles pensavam que eu era fraca. Que ia chorar num canto e aceitar a "tragédia". Estavam enganados. A minha mãe deu-me esta casa. Deu-me a vida. E eu ia usar as duas coisas para a vingar. A justiça por Helena começava agora.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10