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A Vingança da Médica Rejeitada

Capítulo 1 

Palavras: 414    |    Lançado em: 30/06/2025

ira coisa que vi foi o

enchia o ar, um cheiro

quele momento, eu era

numa cadeira ao lado da cama, de cab

rosto, mostrando uma express

a preocupação del

erguntei, a minha voz

eça bruscamente, com

disse que a situação foi muito perigo

erguntou com

a únic

toquei na minha b

ue esperámos durante t

mã, Sofia, quem

quero o

ma, tão calma que a

u para mim

! Tu és a irmã mais velha, não podes ser um pou

z de pr

rga escapou do

abaixo, Pedro. Ela sabia

tava tonta, quase caiu,

dia-a, co

fia era sempre a vít

is velha forte e insensív

u por nada?" perguntei, a

itou o m

ilho. Mas a Sofia só tem a nós. A mãe dela

única

nha mãe, a Sofia tornou-se

a sua própria família feliz, raramente se preo

ei os seus estudos, que a aj

que ela me

estou

sem querer ver

o div

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A Vingança da Médica Rejeitada
A Vingança da Médica Rejeitada
“Quando acordei no hospital, era médica, mas ali, era apenas uma paciente. O meu marido, Pedro, estava ao meu lado, preocupado... mas não comigo. A primeira pergunta dele foi por ela, a minha irmã Sofia. E a minha primeira constatação, dolorosa e fria, foi que o nosso bebé, esperado por três anos, já não estava. Tinha-se ido. E a Sofia, a minha única família, a quem criei e sustentei, foi quem causou tudo. "Ela empurrou-me escada abaixo, Pedro. Ela sabia que eu estava grávida." Mas ele defendia-a, como sempre, pintando-a como a vítima frágil, e a mim, a irmã insensível. O meu pai, que mal me visitou em dez anos, apareceu apenas para me culpar e defender a Sofia, exigindo que eu perdoasse a "criança". "Se te divorciares, não voltes a chamar-me pai!" ele gritou, batendo a porta. Quando voltei a casa, a Sofia choramingava, pedindo perdão falso. E o Pedro agarrou-se a ela, ignorando a mala que eu fazia. "Podes trazer o meu bebé de volta?" perguntei, e o seu silêncio foi a minha resposta. Saí sem olhar para trás, enquanto Sofia sussurrava: "Ele nunca te amou. Ele sempre me amou a mim." Bloqueei todos os números. Mas a paz durou pouco. O Pedro recusava o divórcio e impôs uma condição absurda: que eu pagasse uma pensão de alimentos substancial para a Sofia. Depois, ele foi ao meu hospital, espalhando rumores de que eu era mentalmente instável, na esperança de destruir a minha carreira. Eles estavam dispostos a tirar-me tudo. Dinheiro, reputação, identidade. Mas eu não ia mais ficar na defensiva. Eu ia lutar. Não era mais só sobre o divórcio. Era sobre justiça. E eu sabia exatamente onde encontrar a arma para os derrubar.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10