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Valor

5 Livros Publicados

Livros e Histórias de Valor

Quando o Fado Se Cala: Uma Alma Rejeitada

Quando o Fado Se Cala: Uma Alma Rejeitada

Jovem Adulto
5.0
Aos dezasseis anos, o Fado que saía dos meus dedos era melancólico, mas a minha alma pertencia a Vanessa Lawrence. Ela, seis anos mais velha, era meu sol, minha musa, o meu tudo. Uma noite, embriagado de Fado e de anseio, declarei-me. O seu sorriso foi um beijo na bochecha, uma piada, mas as suas palavras definiram a minha vida: "Quando tiveres vinte e dois anos e fores um fadista famoso, talvez eu considere." Seis anos da minha vida foram dedicados a essa promessa sagrada. Toquei até os dedos sangrarem, compus canções sobre ela, vivi para aquele dia. E o dia chegou. No meu vigésimo segundo aniversário, com um concerto esgotado em Lisboa, fui encontrá-la. Mas a vida pregou-me a mais cruel das peças. Escondido, ouvi-a descrever-me como um "miúdo irritante" e um mero peão num plano para manipular o seu noivo. "Quando o Jacob chegar, vou dizer-lhe que sou mãe", ouvi. "Isso deve esmagar as suas pequenas esperanças de uma vez por todas." O meu mundo desabou. Mais tarde, numa festa, a Vanessa, para salvar o seu noivo de ser atingido por um barril, empurrou-o para fora do caminho, deixando-me para ser esmagado. No hospital, ela ignorou a minha mão partida, só perguntando se o Hugo estava bem. Dias depois, ela empurrou a minha cadeira de rodas por uma inclinação e atirou-me para dentro de um lago gelado, enquanto eu, com um braço partido, me afogava. Ela odiava-me? Porque tanta crueldade? Percebi que o amor da minha vida era uma farsa. Deixei Lisboa para trás, prometendo nunca mais olhar para trás. Mas as cicatrizes que ela me deixou, físicas e emocionais, iriam moldar o meu Fado.
O Preço da Autenticidade

O Preço da Autenticidade

Bilionários
5.0
"Mãe, pai, eu decidi. Vou me mudar para São Paulo e tentar viver por conta própria," Maria disse, trocando o luxo de sua fazenda bilionária por um apartamento simples e um emprego de secretária. Ela queria ser amada por quem era, não pelo sobrenome Silva. Dois anos depois, essa busca a levou a um bar lotado, rodeada pelos amigos esnobes de seu namorado, Pedro. Eles zombavam de seu "emprego de secretária" e de seu "orçamento limitado" . Maria sorriu educadamente enquanto calculava mentalmente o custo de comprar o prédio inteiro. A humilhação era palpável, e Pedro permitia. Ele nunca a defendia de verdade. Naquela noite, a farsa desmoronou. Numa gaveta do apartamento dele, Maria encontrou uma caixa da Tiffany. Seu coração disparou antes que a esperança se transformasse em pavor gelado. O anel não era para ela. Atrás dele, um convite de noivado: Pedro Mendes e Ana Lúcia Almeida. A data: três semanas. Ana Lúcia, filha de um magnata industrial, a noiva arranjada, o futuro que ele escondia. Cada "eu te amo", cada promessa, tudo era uma mentira. Ela era a diversão, Ana Lúcia, o futuro. A dor era sufocante, mas na manhã seguinte, transformou-se em fúria fria. Maria pediu demissão de seu emprego insignificante, apanhou seus pertences do apartamento de Pedro, excluindo cada vestígio de sua existência. Na frente dele, ela rasgou a foto deles, jogou fora o colar barato que ele lhe deu, e entregou a chave. O vídeo de Ana Lúcia vestindo o vestido de noiva chegou no celular de Pedro naquele exato momento. Pedro finalmente entendeu. Ela sabia. "Pedro, acabou. Não porque você me traiu, mas porque você me subestimou. Aproveite sua festa de noivado. Adeus." Sem olhar para trás, Maria entrou no carro de luxo enviado por sua família. A garota ingênua havia morrido. Nela, uma mulher nova, forjada na traição, despertava para reclamar seu império e sua vingança.
Libertação Dolorosa

Libertação Dolorosa

Romance
5.0
Nosso casamento de cinco anos era um contrato frio, eu, Ana, e Lucas, estranhos sob o mesmo teto, mantendo uma farsa para o mundo. Eu vivia da memória do meu Marco falecido, enquanto Lucas passava as noites com Leo, o homem que ele realmente amava. Faltando poucos dias para o fim do contrato, assinei o divórcio, sentindo o alívio da liberdade iminente, e com um plano desesperado de encontrar um substituto para Marco. Mas, assim que assinei, Leo invadiu nossa casa, instalando-se ali, e Lucas agiu como se eu fosse invisível, tratando seu amante como um tesouro e a mim como um incômodo. A indiferença de Lucas doeu, mas era a confirmação de que eu estava no caminho certo para a liberdade. No hospital, após ser brutalmente espancada por Leo, Lucas se recusou a denunciá-lo, priorizando a reputação e um escândalo. Ele me perguntou por que eu ainda me apegava a um morto, e eu revelei a ele: "Fiz uma laqueadura antes de nos casarmos, para nunca ter um filho dele." A fúria de Lucas explodiu, exigindo que eu revertesse o procedimento, mas era tarde demais, eu não tinha mais obrigações com ele. Aquela noite no hospital, com suas exigências e sua recusa em proteger-me, fez minha decisão de ir embora se tornar inabalável. Dias depois, no leilão beneficente, Leo, por malícia, arruinou minha chance de comprar um presente para meu "novo começo". Ele me sequestrou e quebrou as abotoaduras que eu queria para Gabriel, meu substituto de Marco, revelando que sabia do meu amor por um fantasma. No armazém, Lucas me encontrou, confrontou Leo e o espancou, mas em meu coração, a obsessão de Lucas por Leo era tão tóxica quanto a minha por Marco, e eu percebi: ele a havia perdido. Eu me recusei a cooperar, mantendo-me firme em minha decisão de deixá-lo. Mais tarde, de volta à casa de praia, Lucas me surpreendeu, confessando seu amor, pedindo uma chance, mas eu o rejeitei friamente. Eu disse a ele que Gabriel, o homem que se parecia com Marco, era o meu conforto, minha paz, e que ele não tinha o direito de estragar isso. Ele se ofereceu para fazer cirurgia plástica para se tornar a cópia exata de Marco, e eu, exausta, cedi, permitindo que ele ficasse, mas sob minhas condições. Então, Leo apareceu novamente, com um colete-bomba, determinado a acabar com tudo, mas Gabriel, em um ato heroico, sacrificou-se para nos proteger. Eu me desesperei no hospital, e Lucas, pela primeira vez, doou sangue por Gabriel, não por Leo e, ao invés de buscar a mim, aceitou a realidade, percebendo que era tarde demais. Ele, finalmente livre de Leo, buscou Ana, encontrando-a, e viu Gabriel ao lado dela. Ana finalmente confessou seu amor por Gabriel, rejeitando Lucas para sempre e, aceitando a derrota, ele a deixou ir. Gabriel revelou que era a criança que Ana havia ajudado anos atrás. Ele não era um substituto, mas um protetor de longa data, cujo amor estava ali o tempo todo. Ana e Gabriel construíram uma vida juntos, enquanto Lucas aceitou seu destino solitário.
A Vingança da Médica Rejeitada

A Vingança da Médica Rejeitada

Romance
5.0
Quando acordei no hospital, era médica, mas ali, era apenas uma paciente. O meu marido, Pedro, estava ao meu lado, preocupado... mas não comigo. A primeira pergunta dele foi por ela, a minha irmã Sofia. E a minha primeira constatação, dolorosa e fria, foi que o nosso bebé, esperado por três anos, já não estava. Tinha-se ido. E a Sofia, a minha única família, a quem criei e sustentei, foi quem causou tudo. "Ela empurrou-me escada abaixo, Pedro. Ela sabia que eu estava grávida." Mas ele defendia-a, como sempre, pintando-a como a vítima frágil, e a mim, a irmã insensível. O meu pai, que mal me visitou em dez anos, apareceu apenas para me culpar e defender a Sofia, exigindo que eu perdoasse a "criança". "Se te divorciares, não voltes a chamar-me pai!" ele gritou, batendo a porta. Quando voltei a casa, a Sofia choramingava, pedindo perdão falso. E o Pedro agarrou-se a ela, ignorando a mala que eu fazia. "Podes trazer o meu bebé de volta?" perguntei, e o seu silêncio foi a minha resposta. Saí sem olhar para trás, enquanto Sofia sussurrava: "Ele nunca te amou. Ele sempre me amou a mim." Bloqueei todos os números. Mas a paz durou pouco. O Pedro recusava o divórcio e impôs uma condição absurda: que eu pagasse uma pensão de alimentos substancial para a Sofia. Depois, ele foi ao meu hospital, espalhando rumores de que eu era mentalmente instável, na esperança de destruir a minha carreira. Eles estavam dispostos a tirar-me tudo. Dinheiro, reputação, identidade. Mas eu não ia mais ficar na defensiva. Eu ia lutar. Não era mais só sobre o divórcio. Era sobre justiça. E eu sabia exatamente onde encontrar a arma para os derrubar.