Login to Lera
icon 0
icon Loja
rightIcon
icon Histórico
rightIcon
icon Sair
rightIcon
icon Baixar App
rightIcon
closeIcon

Reclame seu bônus no App

Abrir

Syra Tucker

5 Livros Publicados

Livros e Histórias de Syra Tucker

Destino de Almas Perdidas

Destino de Almas Perdidas

Moderno
5.0
Eu estou morto. Minha alma flutua no ar, observando meus pais, o renomado detetive da cidade e a cirurgiã cardíaca de ponta, olhando para o que restou do meu corpo em um galpão abandonado. É um cheiro horrível de ferrugem e do meu próprio sangue, mas a pior dor vem da memória: o homem que me torturou, um antigo cliente do meu pai, me fez ligar para ele. Meu pai atendeu irritado e, ao saber que seu filho estava com um criminoso, desligou para priorizar o torneio de futebol de Pedro, meu irmão adotivo. "Ele nem se importa", o criminoso zombou. Agora, eles estão aqui, Ricardo analisando meu corpo mutilado como "mais um caso nojento" , e Helena com "repulsa" , incapazes de me reconhecer, mesmo após encontrarem minha identidade. "Não, não é ele. Nosso Lucas... ele é um delinquente, mas não isso. Ele deve ter sumido de novo", minha mãe insiste, com meu pai concordando, agarrando-se à ideia de que eu sou apenas o filho problemático "desaparecido", enquanto Pedro é o filho de ouro em segurança. A voz do meu pai ao telefone com Pedro, cheia de carinho, e depois a sua raiva ao falar de mim, "Que ele se dane, que não volte nunca mais!", ecoam, me mostrando que eu já estava morto para eles há muito tempo. Mas eles estão prestes a descobrir que sua negação terá um custo altíssimo, revelado por um pedaço de papel que engoli antes de morrer: um recibo de farmácia com a prova de que, até o fim, a única preocupação do "delinquente" era com eles.
A Traição Que Mudou Tudo

A Traição Que Mudou Tudo

Jovem Adulto
5.0
A sirene da ambulância rasgava a noite, mas para mim, Ricardo, era só o som do fim. Caído no asfalto molhado, com a cabeça latejando e gosto de sangue na boca, eu via as luzes vermelhas e azuis dançarem, enquanto minha vida brilhante, antes cheia de promessas, se esvaía de forma patética e injusta. Tudo desabou rápido demais. De aluno exemplar de engenharia, orgulho do meu pai, tornei-me um pária, um criminoso. A falsa acusação de Alice, que eu tentei ajudar, envenenou minha vida. A universidade me suspendeu, amigos se afastaram. O golpe final foi a morte do meu pai, um homem trabalhador que sacrificou tudo por mim. Libertado por falta de provas, mas não de suspeitas, eu era um fantasma, sem diploma, sem honra. E ali, no chão, meu último pensamento foi um lamento: se eu pudesse voltar, se tivesse uma segunda chance... De repente, a dor sumiu. A escuridão se dissipou. O cheiro de café fresco e pão na chapa invadiu minhas narinas. Abri os olhos. Eu estava no meu quarto, na casa do meu pai. "Ricardo! Filho, você vai se atrasar pra aula! O café tá na mesa!" Era a voz dele. Viva, quente. Peguei o celular. A data: três anos atrás. O dia em que tudo começou. Não era sonho. De alguma forma impossível, eu havia retornado. As lágrimas que escorreram não eram de tristeza, mas de alívio, fúria e determinação. Eu lembrei do desprezo de Alice, da arrogância de Bruno, da dor do meu pai. E lembrei de tudo. Naquela vida, naquele exato dia, eu veria Alice sendo importunada por Bruno e interviria, selando meu destino. Mas não desta vez. O garoto ingênuo morreu naquela calçada fria. O homem que acordava nesta cama era mais cauteloso, astuto e perigoso. Eu não interviria diretamente. Usaria minha inteligência, minha memória do futuro, para orquestrar uma justiça muito mais devastadora. Eu não apenas limparia meu nome. Eu destruiria aqueles que me destruíram. Eu honraria a memória do meu pai. Desta vez, eu não seria a vítima. Eu seria o caçador.
O Preço da Fúria: O Retorno da Esposa Rejeitada

O Preço da Fúria: O Retorno da Esposa Rejeitada

Moderno
5.0
No dia do nosso aniversário de casamento, o meu marido João deu-me um presente. Eram papéis de divórcio. A assinatura dele já estava lá, preta e nítida. O seu nome parecia zombar de mim. "Assina, Lúcia. Estou farto," ele disse, com a voz desprovida de qualquer emoção. Farto desta casa, farto do teu cheiro a hospital, farto de ter de cuidar do teu pai, que estava a morrer. E então, João, o meu marido, revelou o verdadeiro motivo e culpada pela nossa ruptura: a Sofia. A mulher que ele nunca esqueceu, a ex-namorada que necessitava da sua proteção, enquanto eu, disse ele, era "forte". Aceitei a sua decisão, e apenas dois dias depois, o meu pai veio a falecer. Liguei para o João, a única pessoa que eu pensava que ainda me restava. A chamada foi para o voicemail. Ele nunca ligou de volta. No funeral do meu pai, João finalmente apareceu. Mas não veio sozinho. Ele trouxe a Sofia. Diante do caixão do meu pai, enquanto ela o abraçava possessivamente, percebi a profundidade da traição. A ironia foi cruel: o meu pai tinha-o nomeado co-beneficiário do seu seguro de vida. João, através da sua advogada, ofereceu abdicar da sua parte do dinheiro do meu pai em troca de eu não pedir pensão de alimentos. Recusei tudo. Não queria nada que viesse dele, nem indiretamente. Mas a maior revelação veio depois: encontrei cartas que a Sofia lhe tinha escrito. Lúcia, eu não era a mulher dele. Eu era o obstáculo. Como pude eu, que o amei com tudo o que tinha, ter sido tão cega a ponto de não ver a traição óbvia? Como pude eu ter permitido que fizessem de mim um escudo para se protegerem da verdade e da culpa? A raiva e a dor borbulhavam, mas não eram lágrimas. Eram o combustível para um novo tipo de vingança. Porque o que eles tiraram de mim, a justiça exigiria que pagassem, e caro. Então, mudei a minha aparência e candidatei-me a uma vaga na empresa de catering da Sofia. Eles não me reconheceram. A minha vingança não ia ser um ato impulsivo. Ia ser fria, calculada e devastadora. E eu sabia exatamente como o fazer.