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A Vingança da Médica Rejeitada

Capítulo 3 

Palavras: 402    |    Lançado em: 30/06/2025

o hospital do

veio b

a, ele tentou segurar a mi

conversar. Não tomes

nversar," respondi,

sempre, mas o meu mundo tinh

, a porta abriu-se ant

a, com o rosto pálido

ranco, parecendo ainda

z tremeu. "Desculp

horar, com os o

nte para o lado dela, a a

tua irmã está apenas chat

r eles e ent

o Pedro tínhamos

órias, mas agora, tu

o quarto e comecei a

correr, com a S

a fazer?" ele pe

" disse eu, sem

ofia. "É tudo culpa minha. Eu posso faz

er as malas e v

a nos

er o meu be

palavras. As lágri

momentâneo, antes de ser substi

. eu

que possas fazer,"

inuei a dobrar

ai enviar-te os papéis do divórcio. Eu não

ão podes fazer isto! E a Sofia? Onde é

meu braço

i. Isso parece

uei na minha carte

, ela sussurrou algo

mou. Ele sempre

pa

hei pa

a casa e n

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A Vingança da Médica Rejeitada
A Vingança da Médica Rejeitada
“Quando acordei no hospital, era médica, mas ali, era apenas uma paciente. O meu marido, Pedro, estava ao meu lado, preocupado... mas não comigo. A primeira pergunta dele foi por ela, a minha irmã Sofia. E a minha primeira constatação, dolorosa e fria, foi que o nosso bebé, esperado por três anos, já não estava. Tinha-se ido. E a Sofia, a minha única família, a quem criei e sustentei, foi quem causou tudo. "Ela empurrou-me escada abaixo, Pedro. Ela sabia que eu estava grávida." Mas ele defendia-a, como sempre, pintando-a como a vítima frágil, e a mim, a irmã insensível. O meu pai, que mal me visitou em dez anos, apareceu apenas para me culpar e defender a Sofia, exigindo que eu perdoasse a "criança". "Se te divorciares, não voltes a chamar-me pai!" ele gritou, batendo a porta. Quando voltei a casa, a Sofia choramingava, pedindo perdão falso. E o Pedro agarrou-se a ela, ignorando a mala que eu fazia. "Podes trazer o meu bebé de volta?" perguntei, e o seu silêncio foi a minha resposta. Saí sem olhar para trás, enquanto Sofia sussurrava: "Ele nunca te amou. Ele sempre me amou a mim." Bloqueei todos os números. Mas a paz durou pouco. O Pedro recusava o divórcio e impôs uma condição absurda: que eu pagasse uma pensão de alimentos substancial para a Sofia. Depois, ele foi ao meu hospital, espalhando rumores de que eu era mentalmente instável, na esperança de destruir a minha carreira. Eles estavam dispostos a tirar-me tudo. Dinheiro, reputação, identidade. Mas eu não ia mais ficar na defensiva. Eu ia lutar. Não era mais só sobre o divórcio. Era sobre justiça. E eu sabia exatamente onde encontrar a arma para os derrubar.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10