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A Herdeira da Ruína: Sua Ascensão Triunfante

Capítulo 4 

Palavras: 445    |    Lançado em: 30/06/2025

i a casa, o L

o no sofá, a olha

antou a cabeça

" perguntou ele,

ório do advoga

a atenção. Ele p

O que é que e

ra a sua curiosida

xou-me a

. Um sorriso ganancioso es

Nós estamos feitos! Podemos vender, pagar a

io na minha direção,

ste

o,

rou, c

'não'? É uma empresa de

deixou-me um buraco financeiro

ceu. Foi substituído po

as? Estás a b

la ficaram com a casa, o dinheiro

r para mim, a proc

u. Uma risada

faria isso. O teu pr

mão pelo cabe

mos fazer? Nós temos u

ós

ceste-te que vamos

. Para o seu p

to para mim. Nenhuma preocupação com

com o dinheiro dele

aver casam

minha boca antes que e

disse, soube que

lhar para mim

? Por causa disto? Porque o t

s, tu mostraste-me quem realmente és. E não é o hom

Eu estive a ajud

família da Sofia. Eu, aparen

ainda estava perto da port

embora

que vais? N

ir. E isso, neste momento, parece

e saí p

a fechei, senti

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A Herdeira da Ruína: Sua Ascensão Triunfante
A Herdeira da Ruína: Sua Ascensão Triunfante
“No funeral do meu pai, a dor da perda era palpável, mas o que dilacerava a minha alma era ver o meu noivo, Léo, a consolar a minha madrasta Sofia, ignorando-me completamente sob a chuva fria de Lisboa. Mal sabia eu que aquele era apenas o começo de uma traição que viria a mudar tudo. Quando o advogado de meu pai revelou a leitura do testamento, o choque foi imenso: a casa em Cascais e todas as poupanças para a Sofia e a Camila. Para mim? Apenas uma construtora afundada em dívidas, um fardo que o meu pai, que eu pensei que me amava, me tinha deixado. Senti-me duplamente abandonada, castigada por uma fortuna podre. Regressei a casa para confrontar o Léo, que, ao saber da empresa, não hesitou em revelar a sua verdadeira face. O sorriso ganancioso no seu rosto desmascarou o homem que eu achava amar. "Isto vale milhões em dívidas!", atirei, e a sua expressão de nojo e frustração não tardou. A sua preocupação não era comigo, mas com o dinheiro. Com "os nossos" planos que agora voavam pelos ares. Aquela que devia ser a minha rocha, tornou-se areia. Como é que o pai que me ensinou a ser forte me pôde deixar num buraco tão profundo? E como é que o homem com quem ia casar, por quem sacrifiquei tanto, me virou as costas no momento de maior desamparo, revelando uma ganância tão fria? Senti-me esmagada, mas também uma raiva crescente: de onde veio tanta insensibilidade? Foi então que encontrei uma fotografia antiga de mim e da minha mãe, com a caligrafia do meu pai no verso: "A minha verdadeira riqueza. Perdoa-me, Ana." Uma centelha acendeu-se. Será que esta "herança" não era um castigo, mas o seu último e mais difícil presente? Eu não ia deixar aquele fardo destruir-me. Eu ia salvar a empresa. Não por ele, não por mais ninguém... mas por mim.”
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