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A Fúria de Uma Mãe: O Preço da Vida do Meu Filho

Capítulo 3 

Palavras: 657    |    Lançado em: 30/06/2025

deixou um vazio est

ais leve. O ar já não estava carr

ente imobiliário. Um homem simpático, d

s papéis da casa

ele suavemente. "Para a vender, vai

tômago afundar

se eu, a minha voz um suss

te sus

ma batalha legal, mas isso levaria meses, talvez ano

ada porta que eu tentava abrir, parecia que o P

minha espera. Ela tinha trazido uma panel

re o problema

, o seu rosto

dele. A Cláudia. Ela sempre

mas sempre foi dominada pelo marido, o senhor Afonso, um homem duro e focado nos negócio

tinha out

s meus sogros. Era uma casa grande e imponente nu

m sorriso tenso. O Pedro já

querida.

estar formal, cheia de

er ligeiramente enquanto falava da doença d

seus olhos a enche

inho," ela murmuro

as o Pedro recusa-se a assinar. Cláudia, por favor, fale co

o seu rosto um misto

o que posso fazer. O Pedr

meu sogro, o senhor Afonso, entrou. Ele er

aqui?" perguntou ele

ia enco

tava a contar-nos so

me tudo. Contou-me sobre a tua tentativa de

mim, os seus olh

muito para ter aquela casa. Não vamos permitir

É o seu neto!" ex

as do filho como um eco horrível. "Nós, os Patrícios, somos fortes. Não temos e

ou-se, o seu rosto

mos a falar de uma cr

iu, um sorriso que n

egues cuidar do teu filho, talvez não devess

rueldade não era um defeito do P

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A Fúria de Uma Mãe: O Preço da Vida do Meu Filho
A Fúria de Uma Mãe: O Preço da Vida do Meu Filho
“O ar na minha casa parecia pesado, carregado com o cheiro a café velho e a desilusão. O meu filho Leo, de apenas cinco anos, acabava de ser diagnosticado com uma doença cardíaca rara que exigia uma cirurgia urgente e astronómica: trezentos mil euros. Quando chamei o Pedro, o meu marido e pai do Leo, a sua resposta foi um "Espera um bocado, Sofia. Estou quase a fechar este negócio. É muito importante." Só para me dizer com frieza que não era problema dele, que a doença era "da minha fraqueza," um "erro genético" meu. Ele não só se recusou a ajudar, como me abandonou, dizendo: "Não sejas dramática. Ele não vai morrer. Vais encontrar uma solução. És a mãe, é o teu trabalho." Desesperada, recorri à sua família rica, os Patrícios. A minha sogra chorou, mas o senhor Afonso, o pai do Pedro, foi cruel: "É um problema que veio do teu lado da família. Sangue fraco não nos interessa." Ele não só negou ajuda, como também orquestrou a denúncia da minha campanha de angariação de fundos online, que foi suspensa, tentando triturar a minha última esperança. Como podia a família que tanto valorizava o "nome Patrício" ser tão desumana, disposta a sacrificar a vida do seu próprio neto por dinheiro e orgulho? Como podiam os meus apelos serem vistos como meras chantagens? Mas eles subestimaram uma coisa: a força de uma mãe. Esgotada, humilhada, mas com uma fúria fria, tomei uma decisão irreversível. Se eles queriam guerra, teriam. Eu ia salvar o meu filho, e o mundo inteiro saberia o preço da sua crueldade.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10