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A Fúria de Uma Mãe: O Preço da Vida do Meu Filho

Capítulo 4 

Palavras: 572    |    Lançado em: 30/06/2025

, o silêncio no carro mais p

te com tanta força que os nó

" disse ela, a voz embargada.

vazio. A família que eu pensei ter, a quem eu poderia recor

casa, havia um

ra "Acordo

emer. Era um documento

ão. Ele ficaria com setenta por cento do valor da v

a por

gia. Com apenas trinta por cento,

em tinha o poder. Ele sabia que eu estava des

-mail com uma

vou as

sta foi qua

r o dinheiro. O tempo está

uma onda de náuseas. Ele estava a

z a única coisa

de angariação d

gitava. Publiquei as suas fotos, o seu sorriso radiante a co

redes sociais, pedindo ajuda a

xposta. A mendigar pe

ra como uma pequena luz na escuridão. Amigos da faculdade, antigos colegas de trabalho, viz

lentamente. Dema

Pedro ligou-me. A s

numa pedinte online. Como é que iss

ue tu quer

rosa. Setenta-trinta. É a minha última proposta. Assina o acordo

a saborear

-me em

aridade está a manchar o nome da minha família. O meu pai não está

er? Processar-me por ten

do que somos c

desl

ariação de fundos foi denunciada por

ícios. Eles não só se recusavam a ajudar, como

ecrã do computador a mostr

am deixar-me sem opções, força

ubestimara

a de u

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A Fúria de Uma Mãe: O Preço da Vida do Meu Filho
A Fúria de Uma Mãe: O Preço da Vida do Meu Filho
“O ar na minha casa parecia pesado, carregado com o cheiro a café velho e a desilusão. O meu filho Leo, de apenas cinco anos, acabava de ser diagnosticado com uma doença cardíaca rara que exigia uma cirurgia urgente e astronómica: trezentos mil euros. Quando chamei o Pedro, o meu marido e pai do Leo, a sua resposta foi um "Espera um bocado, Sofia. Estou quase a fechar este negócio. É muito importante." Só para me dizer com frieza que não era problema dele, que a doença era "da minha fraqueza," um "erro genético" meu. Ele não só se recusou a ajudar, como me abandonou, dizendo: "Não sejas dramática. Ele não vai morrer. Vais encontrar uma solução. És a mãe, é o teu trabalho." Desesperada, recorri à sua família rica, os Patrícios. A minha sogra chorou, mas o senhor Afonso, o pai do Pedro, foi cruel: "É um problema que veio do teu lado da família. Sangue fraco não nos interessa." Ele não só negou ajuda, como também orquestrou a denúncia da minha campanha de angariação de fundos online, que foi suspensa, tentando triturar a minha última esperança. Como podia a família que tanto valorizava o "nome Patrício" ser tão desumana, disposta a sacrificar a vida do seu próprio neto por dinheiro e orgulho? Como podiam os meus apelos serem vistos como meras chantagens? Mas eles subestimaram uma coisa: a força de uma mãe. Esgotada, humilhada, mas com uma fúria fria, tomei uma decisão irreversível. Se eles queriam guerra, teriam. Eu ia salvar o meu filho, e o mundo inteiro saberia o preço da sua crueldade.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10