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Das Ruínas ao Brilho: A Jornada de Clara

Capítulo 3 

Palavras: 639    |    Lançado em: 30/06/2025

e não ligou, não mandou mensagens. Era como se eu já tivesse

ital e do seguro, a minha mente vagueava por mem

de casamento. Eu tinha preparado um jan

se, o namorado dela acabou com ela. Tenho d

u para casa n

celebrar. Ele disse que não podia, porque tinha prometido

inguém, Clara. Tu c

a minha desilusão e sorria, porque amava o homem que e

deles, Helena, alimentava essa dinâmica. Eu era sempre a segunda opção, a

que um filho nosso mudaria tudo, que o faria finalm

ola e

gado e enviei os papéis do divórcio para o escritório de

sto a sério? Depois de

eu que passei pelo fogo, fui eu que

cidente! As pessoas perdem bebés todos

suas palavras

ontinuar sem ti. As

cio. Vais acalmar-te e percebe

penas um capricho, uma birra de uma mul

lugado. O restaurante, a nossa única fonte de rendimento, era agora um mon

no fundo

u à porta. Hesitei em

o estava de uniforme. Usava calças de ganga e uma

. Eu era um dos bombeiros no... no incêndio.

surpr

igada por ter vindo. E obrigada

pletamente destruído. Eu também faço trabalhos de construção nas minhas folgas. Se precisare

rtão. Era simples, co

. Isso é muito am

a. Fiqu

-se para

. "Quer entrar pa

iso genuíno que ilu

ora

cêndio, senti um pequeno vislumbre de alg

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Das Ruínas ao Brilho: A Jornada de Clara
Das Ruínas ao Brilho: A Jornada de Clara
“Eu, Clara, estava grávida de oito meses, com o futuro do meu restaurante de família a brilhar. Uma noite, o cheiro a fumo acordou-me. O restaurante estava em chamas, e eu e a minha mãe estávamos encurraladas. Liguei para o meu marido, Leo, o homem que eu pensava me amar. Ele atendeu, mas a música alta e a sua voz irritada abafaram as minhas súplicas: "Não exageres, Clara. É a grande noite da Sofia. Não posso sair agora." E desligou. Fui resgatada, mas a dor do incêndio era nada comparada à que se seguiu: perdi o nosso bebé. No hospital, Leo e a sua família não vieram confortar-me, mas sim culpar-me por "estragar" a festa da irmã dele, Sofia. "Foi só um feto", zombou a minha sogra, Helena. Naquele momento, encarei o meu marido e vi um estranho frio, que valorizava uma festa mais do que a vida do nosso filho. Foi então que uma verdade ainda mais cruel se revelou: o incêndio não foi um acidente, mas resultado da negligência de Sofia. A dor e a raiva deram lugar a uma fria determinação. "Quero o divórcio, Leo", declarei, para o choque deles. Eles subestimaram a mulher que eu era. E das cinzas, eu prometi que renasceria.”
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