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Don Romano e sua bendita ruína

Don Romano e sua bendita ruína

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Capítulo 1 Reivindicada

Palavras: 1382    |    Lançado em: 01/07/2025

y Ro

ssinatura que não pre

rria quando puxei o gatilho. O dis

o que vinha na minha direção. O sorriso desapareceu. Os olhos se arregalaram. O corpo permanec

u sobre o má

lento e escuro, alcançando a

ve instante, n

a taça ca

l se des

o infern

o inferno

MATOU

ALGUÉM FAÇA

AIXE

EM OS

mas tentavam proteger os filhos, outras desmaiavam. Homens sacav

ruptamente. O maestr

o redor e no me

eli

sob seus pés. O sangue do noivo escorrendo até tocar a

os estavam arregalados. Mas havia algo contido ali, feroz e silencioso. Orgulho ferido. R

abriu, como se minha simples presença em

e enc

murmurei, a voz baixa, fir

. A mandíbula se tensionou. Vi o momento exa

a saiu falha, mas ainda assim ch

quei com um meio sorris

uma mulher que corria. As costas encostara

rte. - cuspiu. - Te

pondi. - E quanto ao noivo ele

êmulo, os olhos marejados, mas sem chorar. Angelina não e

com desdém. - Vai me exibir como

Mas vai lembrar desse momento. Porque é aqui que

ertar. Mas não chegou a me tocar. Em um segundo, seu p

e. - sussurrou. - E

tência vai. E o que sobra depois dela. - So

la ecoou pelo s

o Ro

do, pálido, olhos in

- a voz dele cortou o ar,

terno do paletó, contendo o que precisava e deixei

ssário sangue. O último a cair foi um Romano. Pelas mãos de um Ro

o fico

s. - completei, olhando nos olhos do

, capos recuaram instintivamente. Sabiam que eu não estav

. Os ombros curvados. A

úrios abafados e os olhares incrédulos

do respingado de sangue, o queixo teimosamente erguido como se

os ainda cerradas, mas trêmulas e não mais por raiva apenas, e sim por sabe

m submissão. Não com desespero. Com

deveria estar ali, se

ra só brutalidade e minhas reais intenções em fazer dela min

crita nos meus olhos q

até o fi

brigando-a a inclinar le

e o fim...

a para vê-la tão perto, com o rosto corado pela fúria e lágrimas silenciosas deslizando pelas bochechas.

Meus dedos fecharam ao redor de seu pulso com a mesma precisão de antes, arrancando-lhe um gemido rouco. Puxei ela com

sino, carregado de um ódio feroz, mas ainda assim belo. Para todos ali, ela ainda era a rainha do gelo, intacta, intocável, inqueb

a voz baixa. - Ou eu vou profanar esse lugar sagrado e te foder ali mesmo,

tavam esconder. Estava assustada, envergonhada, humilhada, mas ainda assim se recusava a b

lágrimas que escorriam em silêncio. Deslizei o polegar pela trilha úmida que marcava sua bochecha e levei aquela gota

a cravados em mim. Por mais frágil que estivesse, ela resistia. Ardente, fu

passos apressados, deixando o caos atrás de mim. Os convidados se afastavam, os

s. Porque elas viriam e eu sabia. Mas nenhuma d

estava selada. E Angelina Ross

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Don Romano e sua bendita ruína
Don Romano e sua bendita ruína
“Tonny Romano reivindicou Angelina Rossi diante de todos, com o vestido dela manchado de sangue. O casamento deveria encerrar uma antiga guerra entre suas famílias. O que Tonny não sabia era que, por trás da aparência delicada, Angelina havia sido treinada para destruí-lo. Obrigados a dividir o mesmo teto, eles transformam ódio em desejo, desconfiança em obsessão e vingança em uma aliança perigosa. Ela deveria ser sua ruína. Ele decidiu torná-la sua rainha. Mas quando a verdade vier à tona, apenas um dos dois sairá desse casamento com o coração intacto.”