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O Silêncio Que Afogou Um Amor

Capítulo 2 

Palavras: 431    |    Lançado em: 01/07/2025

is, recebi alt

fraco, mas minha

. A casa que dividi com Pedro por cinc

s. Sorrindo na praia, abraçados no Na

zes. Talvez já

que tínhamos prepa

de um azul suave com nuvens brancas. Pequena

ou tanto que tive qu

ava em casa.

as em uma mala. Meus moviment

porta da fre

of

voz de

e costas para a

trada, o rosto can

ocê está

do embora

? Não seja ridícula. Nó

existe m

Eu sei que você está magoada, eu també

lavras me

encará-lo, o

deu, Pedro. Voc

de! Eu não sabia

bindo. Eu disse que estava com

abelo, um gesto de frustr

mim! Ela estava so

eu era? Um in

os conversar. Não tome

o em minha dire

Já decidi. Qu

ceu. A preocupação foi

alando sério? Depois d

or causa de tudo

fazer isso. E o

futuro que eu queria m

zíper foi alto e final

, sem olhar pa

rrou me

vai a luga

lta, P

os resol

para resolv

. O olhar dele era uma mi

importa

a sem olha

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O Silêncio Que Afogou Um Amor
O Silêncio Que Afogou Um Amor
“A tela do meu celular mostrava 18 chamadas não atendidas. Meu marido, Pedro, não me atendeu. Eu estava presa no carro, a água da enchente subindo rapidamente, grávida de nove meses. Meu filho, que deveria nascer em duas semanas, agora estava morto. Liguei dezoito vezes, em pânico, pedindo ajuda. A voz dele, do outro lado da linha, era irritada: "Não posso, Sofia. A Eva está com problemas, o cachorro dela foi atropelado. Você é adulta, ligue para os bombeiros." Ele desligou. Ignorou meu desespero para salvar o cão de sua "amiga de infância", Eva. Quando acordei no hospital, meu filho Lucas se fora. Pedro ligou, aliviado: "A Eva está segura, mas o cachorrinho dela não sobreviveu. Ela está arrasada." Ele não perguntou nada sobre mim, sobre NOSSO filho. Quando revelei a verdade, o bebê morreu, sua reação fria foi: "O quê? Como assim? O que você fez?" A culpa recaiu sobre mim. Como pude ser tão cega? Por que fui abandonada para morrer enquanto ele consolava outra mulher por um cachorro? Como ele pôde me acusar depois de tudo? Não havia mais "nós". Peguei minhas coisas, vi o quarto do Lucas vazio. Eu só queria sair dali. "Quero o divórcio", disse a Pedro, cuja raiva agora era visível. "Não pode fazer isso!", ele gritou. Mas eu podia. E faria. Esta era a minha luta. Minha vingança silenciosa. Meu novo começo.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10