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O Silêncio Que Afogou Um Amor

Capítulo 1 

Palavras: 489    |    Lançado em: 01/07/2025

a 18 chamadas não atendidas,

nascer em duas semana

enchente subindo rapidamente, quando

a das Flores, a água está

tante e irritada do

foi atropelado e ela caiu, machucou o joelho. Estou a caminho p

que eu pudesse dize

ele. A mulher que ele semp

verdade. Ninguém olha par

do carro. Eu estava grávida de nove meses,

de novo. E de no

direto para o

ua quebrando o vidro da janela e ent

de hospital. A primeira coisa que

pequeno Lucas

u no quarto, o rosto

ito. Fizemos tud

rando começaram a cair. Elas escorriam silen

A dor era muito pr

ar tocou.

a mão

está? A Eva está segura, mas o cachorrinho dela,

a cheia de preoc

hospital

omo um sussurro,

e aconteceu? O

morreu

outro lado. Um silê

assim? O qu

voz dele foi

ente, ligando para o meu marido, e ele estava

! Ela estava em pânico

inguém? Eu estava car

biu, finalme

Eu não podia estar em do

uma escolh

efone. Bloqueei

hospital. Tudo parecia vazio

foi. E meu ca

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O Silêncio Que Afogou Um Amor
O Silêncio Que Afogou Um Amor
“A tela do meu celular mostrava 18 chamadas não atendidas. Meu marido, Pedro, não me atendeu. Eu estava presa no carro, a água da enchente subindo rapidamente, grávida de nove meses. Meu filho, que deveria nascer em duas semanas, agora estava morto. Liguei dezoito vezes, em pânico, pedindo ajuda. A voz dele, do outro lado da linha, era irritada: "Não posso, Sofia. A Eva está com problemas, o cachorro dela foi atropelado. Você é adulta, ligue para os bombeiros." Ele desligou. Ignorou meu desespero para salvar o cão de sua "amiga de infância", Eva. Quando acordei no hospital, meu filho Lucas se fora. Pedro ligou, aliviado: "A Eva está segura, mas o cachorrinho dela não sobreviveu. Ela está arrasada." Ele não perguntou nada sobre mim, sobre NOSSO filho. Quando revelei a verdade, o bebê morreu, sua reação fria foi: "O quê? Como assim? O que você fez?" A culpa recaiu sobre mim. Como pude ser tão cega? Por que fui abandonada para morrer enquanto ele consolava outra mulher por um cachorro? Como ele pôde me acusar depois de tudo? Não havia mais "nós". Peguei minhas coisas, vi o quarto do Lucas vazio. Eu só queria sair dali. "Quero o divórcio", disse a Pedro, cuja raiva agora era visível. "Não pode fazer isso!", ele gritou. Mas eu podia. E faria. Esta era a minha luta. Minha vingança silenciosa. Meu novo começo.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10