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Renascida da Dor: Quando o Amor Não Basta

Capítulo 2 

Palavras: 658    |    Lançado em: 01/07/2025

a o Pedro e a Sofia. O seu olhar era agu

i," disse ele c

da cama, a sua expr

ou o Sr. Almeida, a sua voz baixa ma

a mim, depois para a sua mãe, o

u pálida com

a para a Eva. Não é bom mostrá

mandar," disse o Sr. Almeida,

, não sejas assim. São jovens, deixa

ida repreendeu-a. "Este é um a

o Pedro tirou a caixa

no quarto

," orde

l de diamante brilhava intensamente, refletindo

atamente o estilo q

sas simples, discreta

a o anel, depois para o

menta," disse

aterrorizada. "Sr. Almei

para experi

. Ela olhou para o Pedro em busca de ajuda, mas e

er, "Pai, o que estás a fazer?

ele o comprou para outra pessoa, então precisamos de saber quem

tremer, a Sofi

eslizou-o para o

u perfe

oletivo ench

sava já estar dormente, s

hos, uma expressão de prof

"Eu ensinei-te a ser um homem de respo

posso ex

abriu os olhos e olhou diretamente para mim. "Eva, minha q

u tinha segurado

. Não é cu

assume-o. Mas tens de saber que a Eva é a nora

a de culpa e raiva. "Eva, era isto que queria

, a minha voz a tremer. "Tu

a Sofia, a chorar. "Eu e o Pedro... não é o

?" perguntei, a minha voz cheia de u

da Sofia está arruinada! Ela não tem nada! O Pedro está apenas a ser genti

clui comprar-lhe um anel de

u o Pedro. "Eva, v

braço e arrastou-me

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Renascida da Dor: Quando o Amor Não Basta
Renascida da Dor: Quando o Amor Não Basta
“No dia em que fui diagnosticada com cancro do estômago em fase avançada, o meu noivo, Pedro, estava a ajoelhar-se. Mas não era para mim. Ele estava a pedir a minha melhor amiga, Sofia, em casamento, com um anel que era o sonho dela. Recebi a foto enviada pelo meu irmão Leo, o sorriso dele junto à Sofia era algo que nunca vi dirigido a mim. Quando confrontei Pedro, a sua voz tornou-se fria, acusando-me de ser irracional e desconfiada. A minha sogra, Helena, sempre me desprezara, e agora usava a Sofia para me humilhar. Com o relatório médico na mão, e a traição no coração, senti o mundo a desabar. No leito de morte do avô de Pedro, tudo veio à tona. O anel, testado à minha frente, encaixava-se perfeitamente no dedo da Sofia. A humilhação foi pública, e a verdade cruel. Pedro, cobarde, culpou-me, enquanto Sofia, chorando, pedia desculpa. Helena, porém, defendeu Sofia, chamando-me egoísta e ciumenta. Naquele instante, algo em mim quebrou. O homem que amei por cinco anos não era o que eu pensava. A mulher que considerei irmã tinha-me traído da pior forma. E a minha vida, já ameaçada pela doença, desfez-se em mil pedaços. Como enfrentar um futuro incerto quando tudo em que acreditava ruíra? Como poderia começar de novo, sozinha, com a sombra da morte a pairar sobre mim? Decidi: era hora de cortar todas as pontes e lutar pela minha vida, custe o que custar.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10