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Renascida da Dor: Quando o Amor Não Basta

Capítulo 3 

Palavras: 554    |    Lançado em: 01/07/2025

dro soltou o meu

stava vermel

"Humilhaste-me em frente do meu avô. F

ara o homem que e

Pedro. Tu fizeste. Tu m

pelo corredor silencioso. "Eu só estava a tentar ser um bom am

Onde estava a tua empatia quando eu te liguei hoje? On

ias reagir de forma exagerad

tá a comprar um anel para a minha melhor am

eida abriu-se e a Sra. Helen

e a Sra. Helena, lançando-me um olhar venenoso

ado nas mãos. "É tudo culpa minha. Eu não devi

a, envolvendo-a num abraço protetor. "Tu não fizes

a do ombro da Sofia, um so

para mim. A sua expressão suav

chores. Não é

eção dela, a sua mão es

algo dentro d

ção. Tudo se transformou nu

, a minha voz firme

para mim, confuso. "

osso noiva

me tinha dado há dois anos. Um anel de p

na sua mã

à Sofia toda a fe

de confusão para choqu

Estás a terminar tudo por c

do, Pedro. Eu vi tud

me par

o meu braço novamente. "Não podes faze

o o meu braço para me libertar. "Pela

ntindo os olhares de

hei pa

ma fria finalmente desvaneceu-se,

lo meu am

minha amiz

estava a ser-me roubada, não apenas

l tocou. Era o

s bem? O que

cei, "podes

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Renascida da Dor: Quando o Amor Não Basta
Renascida da Dor: Quando o Amor Não Basta
“No dia em que fui diagnosticada com cancro do estômago em fase avançada, o meu noivo, Pedro, estava a ajoelhar-se. Mas não era para mim. Ele estava a pedir a minha melhor amiga, Sofia, em casamento, com um anel que era o sonho dela. Recebi a foto enviada pelo meu irmão Leo, o sorriso dele junto à Sofia era algo que nunca vi dirigido a mim. Quando confrontei Pedro, a sua voz tornou-se fria, acusando-me de ser irracional e desconfiada. A minha sogra, Helena, sempre me desprezara, e agora usava a Sofia para me humilhar. Com o relatório médico na mão, e a traição no coração, senti o mundo a desabar. No leito de morte do avô de Pedro, tudo veio à tona. O anel, testado à minha frente, encaixava-se perfeitamente no dedo da Sofia. A humilhação foi pública, e a verdade cruel. Pedro, cobarde, culpou-me, enquanto Sofia, chorando, pedia desculpa. Helena, porém, defendeu Sofia, chamando-me egoísta e ciumenta. Naquele instante, algo em mim quebrou. O homem que amei por cinco anos não era o que eu pensava. A mulher que considerei irmã tinha-me traído da pior forma. E a minha vida, já ameaçada pela doença, desfez-se em mil pedaços. Como enfrentar um futuro incerto quando tudo em que acreditava ruíra? Como poderia começar de novo, sozinha, com a sombra da morte a pairar sobre mim? Decidi: era hora de cortar todas as pontes e lutar pela minha vida, custe o que custar.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10