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Um Novo Jogo, Uma Nova Vida

Capítulo 2 

Palavras: 500    |    Lançado em: 01/07/2025

uel foi como um b

perguntou se

o era o "capricho" do

bir-me pelo peito. Respon

erragens e escolheu ajudar outra pessoa. A minha

iata, como se ele estivesse à

uer pessoa decente faria. Tu és forte, sempre fo

lpar. Eva, a viúva delicada que precisava de proteção con

s a tremer. "Eu perdi tudo. E o se

Vais superar. Mas um divórcio é uma manc

ue importava. Não a minha perna pa

do táxi. O motorista olhou para mim pelo esp

bem, m

a das Flores, núme

rtamento. O meu lar. Ou o q

ao acidente. A imagem do rosto de Pedro, olhando para mim por um segundo

não era a sua mulh

ra do táxi. Cada passo com as muletas era um esforço. O

u? Soube do acidente na telev

a genuína quas

Alves. Foi um d

u. E a sua prima també

arou. Eles esta

uando a porta se abriu no nosso andar, ou

rta. Hesitei por um mom

i fez o meu

ua cabeça apoiada no joelho dele. Ele passava a mão pel

ta e dois copos. O meu sogro, Miguel, estava sentado

es me noto

iam uma fa

ra a i

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Um Novo Jogo, Uma Nova Vida
Um Novo Jogo, Uma Nova Vida
“No dia em que saí da clínica de reabilitação, o céu estava cinzento, tal como a minha alma. A notícia no telemóvel confirmava o fim da minha carreira como atleta: "Sofia Mendes sofre lesão que põe fim à carreira". Liguei ao meu marido, Pedro, em busca de conforto, mas a sua voz era irritada. "Estou ocupado, Sofia. A Eva está em pânico, o carro dela ficou destruído. Estou a ajudá-la." A dor no meu joelho era a menor das minhas feridas. Pedi o divórcio, e a sua fúria explodiu: "Não tens um pingo de compaixão? Sabes como a vida da Eva tem sido difícil desde que ficou viúva!" A Eva era "frágil", e eu, a atleta, era "forte". Tão forte que ele me deixou presa nas ferragens, com o osso a partir-se, para ir socorrer a minha prima. A minha carreira de voleibolista, o meu sonho de uma vida, tinha sido esmagada na autoestrada. E para ele, isso era um "incidente pequeno"? O meu sogro, Miguel, enviou-me uma mensagem: "És uma deceção. O teu egoísmo é tão grande... divórcio por uma coisa tão pequena?!" Cheguei a casa, o meu lar, e encontrei o Pedro e a Eva no sofá, com uma garrafa do MEU vinho. Ele passava a mão pelo cabelo dela. O meu sogro estava ali, com um sorriso satisfeito. Nenhum deles me notou. Pareciam uma família feliz. E eu era a intrusa. A vida da Eva era difícil? E a minha, por acaso, era fácil? Até que ponto se pode ir para desculpar a traição de quem devia amar-te? Eu não iria aturar mais. Foi então que eu disse: "Vou fazer as minhas malas. Quero o divórcio."”