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Um Novo Jogo, Uma Nova Vida

Capítulo 3 

Palavras: 569    |    Lançado em: 01/07/2025

baterem no chão de madeira

u, substituído por uma carranca. Pedro levantou-se abruptamente, afastand

ficarias na clínica mais uns dias." A voz de

e mais eu iria?" A minha voz sai

peso do meu corpo apoiado nas muletas. Cada

vestido. "Sofia, que bom ver-

iso seco a escapar-me. "Não

o, aquele que eu guardava para uma ocasião especial. Aparentem

encher a sala. "Sofia, não sejas injusta. Estávamos apenas

is vou poder andar normalmente, quanto mais jogar vo

e tom, a raiva a so

. "Pára com isso, Sofia. Não é hora

lar a minha prima como se fosse a mulher dele, com o meu s

ncolhia atrás de Pedro, a i

mpo suficiente para te atirares

amingou ela. "O Pedro es

num carro destruído para ir ter contigo.

o. A verdade das minhas pala

élida. "Já chega. Sofia, estás a ser histérica e ingrat

etamente para ele. "Eu sou a mulher d

nça mimada. A Eva perdeu o marido. Ela precis

Para eles, a minha dor era irrelevante. A

e, que dissesse alguma coisa. Mas ele permanece

cebi. Eu estava sozinha

bitamente calma. "Se é assim,

a mancar em direç

rguntou Pedro, a sua vo

di, sem olhar para trás. "Como eu d

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Um Novo Jogo, Uma Nova Vida
Um Novo Jogo, Uma Nova Vida
“No dia em que saí da clínica de reabilitação, o céu estava cinzento, tal como a minha alma. A notícia no telemóvel confirmava o fim da minha carreira como atleta: "Sofia Mendes sofre lesão que põe fim à carreira". Liguei ao meu marido, Pedro, em busca de conforto, mas a sua voz era irritada. "Estou ocupado, Sofia. A Eva está em pânico, o carro dela ficou destruído. Estou a ajudá-la." A dor no meu joelho era a menor das minhas feridas. Pedi o divórcio, e a sua fúria explodiu: "Não tens um pingo de compaixão? Sabes como a vida da Eva tem sido difícil desde que ficou viúva!" A Eva era "frágil", e eu, a atleta, era "forte". Tão forte que ele me deixou presa nas ferragens, com o osso a partir-se, para ir socorrer a minha prima. A minha carreira de voleibolista, o meu sonho de uma vida, tinha sido esmagada na autoestrada. E para ele, isso era um "incidente pequeno"? O meu sogro, Miguel, enviou-me uma mensagem: "És uma deceção. O teu egoísmo é tão grande... divórcio por uma coisa tão pequena?!" Cheguei a casa, o meu lar, e encontrei o Pedro e a Eva no sofá, com uma garrafa do MEU vinho. Ele passava a mão pelo cabelo dela. O meu sogro estava ali, com um sorriso satisfeito. Nenhum deles me notou. Pareciam uma família feliz. E eu era a intrusa. A vida da Eva era difícil? E a minha, por acaso, era fácil? Até que ponto se pode ir para desculpar a traição de quem devia amar-te? Eu não iria aturar mais. Foi então que eu disse: "Vou fazer as minhas malas. Quero o divórcio."”