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A Sobrevivente do Plano Cruel

Capítulo 1 

Palavras: 481    |    Lançado em: 01/07/2025

ira coisa que vi foi o

do, mas os seus olho

u braço, no meu omb

metro, procurando por hem

," ele suspirou, mas o se

?" perguntei, a

, apenas po

Um pouco assust

esinfetante era forte. A minha cabeç

metal a rasgar, do

ais nova, Ana, estava ao meu lado. U

a Ana," eu disse,

vessou as minhas c

almofada. "Não te mexas. Os médicos disseram

iu do

marido. Léo sempre

mês, descobri o

Fotografias

Com a minh

e que foi um erro, que o amava

ossos pais. O nosso pai tem um proble

aneei o divórcio em si

e. Depois de deixar a

idente a

ava na mesa de cabe

gem de um númer

ões do teu carro. E a apólice de segur

coraçã

ar no quarto, com

um único arran

os cheios de lágrimas. "Sofia! Fiquei t

e. Senti o se

seguia pensar

u fria, "podes ir busc

, meu

e saiu, olhe

teceu exata

carro veio do nada. Tu viraste o volan

idão parec

segurava a minha, e

a com uma peque

aixa de joias na mala do giná

ra um presente

sangue

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A Sobrevivente do Plano Cruel
A Sobrevivente do Plano Cruel
“Quando acordei no hospital, a primeira coisa que vi foi o rosto do meu marido, Léo. Ele estava preocupado, mas os seus olhos não estavam em mim, e sim no meu braço, ombro, perna, procurando marcas. O cheiro a desinfetante era forte, e a minha cabeça doía do acidente de carro. Mas foi um simples anel de pedra da lua na mão da minha irmã, Ana, que me fez perceber que a tragédia era um plano cruel. Eu e a Ana estávamos no carro quando um veículo passou o sinal vermelho. Pensei que tinha sido apenas um acidente, resultado de um mundo caótico. Mas depois, uma mensagem anónima no meu telemóvel gelou o meu sangue: "Não foi um acidente. Verifica os travões do teu carro. E a apólice de seguro de vida que o teu marido fez para ti." Foi um golpe duplo: a traição do homem que amava e da minha irmã, que chorava ao meu lado. Os meus próprios pais chegaram ao hospital e, ao invés de me apoiarem, a minha mãe defendeu a imagem do casal perfeito, enquanto o meu pai, ao descobrir o anel na mão da Ana, desabou em silêncio. Eu estava presa na cama, com o corpo dorido, enquanto todos à minha volta pareciam parte de uma conspiração para me silenciar, ou para me culpar pela "verdade" que apenas eu via. A revolta cresceu em mim, e a pergunta ecoava: Como é que os meus próprios entes queridos puderam tentar matar-me? Não era apenas um caso de infidelidade, era uma tentativa de homicídio. A minha vida não valia nada para eles, apenas a minha morte. Mas eu não ia ser uma vítima. Ainda que sozinha, decidida a descobrir a verdade e a fazê-los pagar, comecei silenciosamente a minha própria investigação, e descobri uma arma secreta que mudaria tudo.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10