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A Sobrevivente do Plano Cruel

Capítulo 2 

Palavras: 458    |    Lançado em: 01/07/2025

o," eu disse, a mi

apidamente, escondend

mprei-o numa

sto fico

tir

gua. Ele sorria, o

, Sofia. Be

a beber. O seu toque fez

ra ele e via

aos meus pai

queria preocupá-los. Pensei

nte. "Liga-lhes agora.

ar rápido. Um olhar que e

ando no seu telemóvel.

corredor para

ozinha c

cio era

muito," ela sussu

perguntei, olhando diret

o. Eu sei que te magoei. Mas

saiu, simp

untei. "Também faz p

. "O quê? Não! Como podes pensar

oi

a perturbá-la mais d

m o teu pai. Eles estão a cami

para mim, sentind

udo bem

um sorriso frio. "A Ana estava a

receu. "Sofia, não

ltura certa, Léo? De

eu rosto foi

estás

dos trav

bsoluto. Ana engasgou-se. Léo

o quarto

ara mim, a chorar. O meu pai seguia-a,

ha! O que

ponder, a Ana atirou-se

A Sofia salvou-me!

va hister

pre a protegeu, ab

. O importante é que

o. "Léo, obrigado p

aceno de cabeç

rava a minha mão

ecer a Deus. Podia t

Não faz

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A Sobrevivente do Plano Cruel
A Sobrevivente do Plano Cruel
“Quando acordei no hospital, a primeira coisa que vi foi o rosto do meu marido, Léo. Ele estava preocupado, mas os seus olhos não estavam em mim, e sim no meu braço, ombro, perna, procurando marcas. O cheiro a desinfetante era forte, e a minha cabeça doía do acidente de carro. Mas foi um simples anel de pedra da lua na mão da minha irmã, Ana, que me fez perceber que a tragédia era um plano cruel. Eu e a Ana estávamos no carro quando um veículo passou o sinal vermelho. Pensei que tinha sido apenas um acidente, resultado de um mundo caótico. Mas depois, uma mensagem anónima no meu telemóvel gelou o meu sangue: "Não foi um acidente. Verifica os travões do teu carro. E a apólice de seguro de vida que o teu marido fez para ti." Foi um golpe duplo: a traição do homem que amava e da minha irmã, que chorava ao meu lado. Os meus próprios pais chegaram ao hospital e, ao invés de me apoiarem, a minha mãe defendeu a imagem do casal perfeito, enquanto o meu pai, ao descobrir o anel na mão da Ana, desabou em silêncio. Eu estava presa na cama, com o corpo dorido, enquanto todos à minha volta pareciam parte de uma conspiração para me silenciar, ou para me culpar pela "verdade" que apenas eu via. A revolta cresceu em mim, e a pergunta ecoava: Como é que os meus próprios entes queridos puderam tentar matar-me? Não era apenas um caso de infidelidade, era uma tentativa de homicídio. A minha vida não valia nada para eles, apenas a minha morte. Mas eu não ia ser uma vítima. Ainda que sozinha, decidida a descobrir a verdade e a fazê-los pagar, comecei silenciosamente a minha própria investigação, e descobri uma arma secreta que mudaria tudo.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10