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Sangue Por Sangue: A Escolha Dolorosa de Pedro

Capítulo 2 

Palavras: 603    |    Lançado em: 01/07/2025

Ele não conseguia olhar para mim, o seu olhar fixo no chão, com

isso, Eva", sussurrou ele fin

minha voz a quebrar. "Ele n

nome do bebé para o manipular! Tu és a que está a ser egoísta! A pen

m. A dor ainda lá estava, um buraco negro no meu peito,

u calmamente. "A senhora nunca me quis nesta família. Sempre me viu

estaria ao lado do seu marido, a apoiar a sua família n

l criado pela sua

ça a esvair-se. "Pedro, por favor. Diz-me que vês que

"Claro que ele importava, Eva! Eu amava-o! Mas... mas a Sofia est

se pedir justiça

frágil que cometeu um "erro". O meu filho, o nosso filho, era apenas um dano cola

nha voz desprovida de emoção

seu toque, que antes me con

. "Os dois. Eu qu

as assim...",

a minha voz a ecoa

para a porta. "Vamos, filho. Ela está histérica. Deixa-a

har de desprezo antes de f

o ritmo da minha nova e vazia existência. As lágrimas que eu

r ridícula. Eu não

que tinha perdi

proteger-me tinha acabado de

s minhas mãos tremiam tanto que quase o deixei

cia de Lisboa, em

apesar das lágrimas. "Sobre um acidente de viação com resultado

ia, o local do acidente. Cada palavra era como um

lutar por justiça para o

zi

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Sangue Por Sangue: A Escolha Dolorosa de Pedro
Sangue Por Sangue: A Escolha Dolorosa de Pedro
“Quando abri os olhos, o teto branco do hospital era a primeira coisa que via. A dor de perder o meu Lucas, a poucos dias de o ter nos braços, era um buraco negro no meu peito. Mas o choque congelou-me quando o meu marido, Pedro, os olhos vermelhos de choro, me revelou a causa do acidente: a sua irmã, Sofia, bêbada ao volante. Mal tive tempo para processar a traição, a sua família, liderada pela minha sogra, Dona Isabel, agiu. Eles não só defenderam Sofia, descrevendo-a como uma vítima que "cometeu um erro", como também exigiram que eu os apoiasse e, pior, tentaram comprar o meu silêncio com uma mala cheia de dinheiro. Pedro, o homem que jurei amar, escolheu a sua irmã, a assassina do nosso filho, em vez do meu luto e da justiça. Sentia-me abandonada, sozinha num oceano de dor e raiva. Como puderam pedir-me para perdoar? Como puderam tentar apagar a vida do meu filho com dinheiro e desculpas vazias? A fúria que me consumia era avassaladora. Mas eu não ia deixar que a impunidade reinasse. Se eles se recusavam a lutar pela justiça do meu filho, eu o faria. Sozinha. Peguei no meu telefone e liguei para a polícia. A batalha tinha apenas começado, e eu estava pronta para destruir tudo no meu caminho para garantir que a Sofia pagasse pelo que fez.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10