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Sangue Por Sangue: A Escolha Dolorosa de Pedro

Capítulo 3 

Palavras: 717    |    Lançado em: 01/07/2025

io buscar-me. Ele tentou agir normalmente, pergunta

ue passava pela janela. Cada rua, cada prédio, parecia estra

isa que vi foi o quarto do bebé. A porta estava ent

ou-se. "Eu não co

ocando as mãos nos meus ombro

me digas para ser forte. Tu não

ção. "Eu também estou a sofrer,

a minha voz a subir. "Em vez de protegeres

ele. "O que mais queres que eu faça? Colocá-l

criminosa

elo som da campainha. Pedro foi aten

sala de estar, seguida pelo meu sogro, o Senhor Manuel, um homem

tom falsamente conciliador. "Viemo

conversar", respond

a sua primeira contribuição para a conversa. "S

vossa filha ter matado o meu filho e vocês

Ela colocou uma mala na mesa de café e

eo. "E nenhuma quantia de dinheiro pode trazer o bebé de volta.

pois para a cara dela. A náu

mprar o meu silêncio. Co

eu, a minha voz a tremer de raiv

ro, aproximando-se. "Os meus

uda. Isto é um insulto. Vocês acham que podem apagar o que a

mos a dizer...", com

etire a queixa. Querem que a vossa preciosa filha evite as consequências d

partir-se um pouco mais. "Tu sab

no seu rosto era evidente. El

z agora um sussurro perigoso

vor...", imp

porta e abri-a. "E

uro ódio. "Vais arrepender-te dist

da", respondi. "Voc

do a reboque. Pedro ficou parado na soleira da

", come

e eu, a minha voz vazia. "T

omento, depois baixou a cabeça e

a casa a pressionar-me. Caminhei até ao

o do berço vazio, e final

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Sangue Por Sangue: A Escolha Dolorosa de Pedro
Sangue Por Sangue: A Escolha Dolorosa de Pedro
“Quando abri os olhos, o teto branco do hospital era a primeira coisa que via. A dor de perder o meu Lucas, a poucos dias de o ter nos braços, era um buraco negro no meu peito. Mas o choque congelou-me quando o meu marido, Pedro, os olhos vermelhos de choro, me revelou a causa do acidente: a sua irmã, Sofia, bêbada ao volante. Mal tive tempo para processar a traição, a sua família, liderada pela minha sogra, Dona Isabel, agiu. Eles não só defenderam Sofia, descrevendo-a como uma vítima que "cometeu um erro", como também exigiram que eu os apoiasse e, pior, tentaram comprar o meu silêncio com uma mala cheia de dinheiro. Pedro, o homem que jurei amar, escolheu a sua irmã, a assassina do nosso filho, em vez do meu luto e da justiça. Sentia-me abandonada, sozinha num oceano de dor e raiva. Como puderam pedir-me para perdoar? Como puderam tentar apagar a vida do meu filho com dinheiro e desculpas vazias? A fúria que me consumia era avassaladora. Mas eu não ia deixar que a impunidade reinasse. Se eles se recusavam a lutar pela justiça do meu filho, eu o faria. Sozinha. Peguei no meu telefone e liguei para a polícia. A batalha tinha apenas começado, e eu estava pronta para destruir tudo no meu caminho para garantir que a Sofia pagasse pelo que fez.”
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