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Meu Salário, Sua Humilhação

Capítulo 4 

Palavras: 684    |    Lançado em: 01/07/2025

te desalinhadas com a identidade do cliente. Em menos de uma semana, o CEO do Grupo Esplendor ligou pessoalmente para Juliana, a voz transbordando

iam. Ela correu da sua sala até a mesinha de Miguel, ao lado do banhei

.. por f

era quase u

ó desta vez. Pelo bem da empresa, por todos os seu

amente para ele, um aviso silencioso. Mas Miguel olhou para os rostos assustados dos outros funcionários, pessoas que, apesar de t

ulhando fundo em sua experiência e talento para criar algo genial do zero. Na manhã seguin

mediata e entusiasmada. O projeto e

não um pedido de desculpas, pelo menos um "obr

sprezo, a arrogância d

passado por todo esse estresse. Você fez de propósito, não foi? Qui

apacidade dela de distorcer a

de sabotagem depois que

a ferramenta velha e obediente. Oito anos se arrastando por aqui, implorando por migalhas. Você não tem ambição, não tem culhão, não tem

ir o que restava de sua autoestima. Ela estava t

tomou conta dele. A dor, a raiva, a humilhação... tudo desapareceu, substituído por um vazi

a espécie de pena. E então, um leve sorriso, um s

, eu me

saíram fir

alta e estridente. Pedro, que estava na sala, se juntou a

tratar um designer velho, ultrapassado e sem contatos como você? Você não dura uma semana lá fora. Vai v

ndo alguém que pague até mesmo o q

fora da sala, deixando as risadas deles para trás. Pela

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Meu Salário, Sua Humilhação
Meu Salário, Sua Humilhação
“Por oito anos, minha vida se resumiu à agência Dança de Fogo. Oito anos de dedicação, noites sem dormir, salvando projetos e a pele da empresa, tudo por um salário congelado de meros três mil reais, mal o suficiente para sobreviver em São Paulo. A humilhação diária, as risadas zombeteiras de minha chefe, Juliana Costa, e os olhares de pena dos colegas eram meu pão de cada dia. "`Miguel, na minha sala. Agora`", a voz dela ainda ecoa, fria como sempre. Eu ouvia seus insultos, as palavras de que eu não tinha ambição, de que eu era um designer medíocre, e sentia o sangue subir. Mas nada me preparou para o que viria: um contrato de trabalho esquecido em sua mesa. O nome era Pedro Almeida. Cargo: Estagiário de Design. E o salário? Trinta mil reais. DEZ vezes o meu. Trinta mil reais para um estagiário! Meu ar sumiu, minha dignidade foi pisoteada. Quando Juliana me flagrou, sua máscara caiu. "`O dinheiro é meu, a empresa é minha. Eu decido quem vale o quê`". Ela me chamou de "ferramenta" e jogou uma pasta em mim, me rebaixando para uma mesa ao lado do banheiro, um lixo. Eu estava destruído, mas não sabia que o pior ainda estava por vir. Eles me transformaram em bode expiatório, cortaram meu salário pela metade e me tiraram do projeto mais importante da agência, jogando-o nas mãos de Pedro, que claro, arruinou tudo. A Dança de Fogo estava à beira do colapso e, mais uma vez, ela veio rastejando. Eu salvei a agência, de novo. Mas em vez de gratidão, recebi mais desprezo: "`Você quis se fazer de herói`". Naquele instante, algo dentro de mim se quebrou, e eu declarei: "`Juliana, eu me demito`". E em meio às suas gargalhadas zombeteiras, eu pensei: "o jogo virou".”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10