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Ela Escolheu a Traição

Capítulo 2 

Palavras: 682    |    Lançado em: 01/07/2025

nte, a inter

todos os portais de fofoca era: "Ana, renomada estilista, ab

ldade e protesto, havia se retirado do projeto de desig

arecia um gesto romântico. Uma estilista poderosa sacrificando um

tas me ridi

ser um monstro pr

um homem controlador d

amigo. O marido dela devia

o possessivo e abusivo, enquanto el

se recusava a falar comigo, uma forma de protesto silencioso que, na verdade, era um g

eio o go

lfie. Ele e Ana, lado a lado, dentro de um avião particular.

a novos horizontes, onde a arte é livre e o ta

eclaração

o. A humilhação era pública. Meu n

go estranho. Um ami

que estão falando de você? E

hasse o perfil de

a. A última postagem del

ssistente para entrar no perfil de Pedro. Meu a

celular, para o meu perfil

a visível ape

tucando, me testando, me humilhando em particular, enquanto mantinham uma ima

or e a raiva deram lugar a uma frieza cortante

al sabiam eles que a opinião pública não paga as contas. O poder real

s holofotes. Ele me devia sua carreira. E ele usou essa carreira

não haveria mais tentativas de recon

ão liguei para Ana. Liguei par

rojeto de figurino da

icou hoje. É uma pena, o t

dela é Maria. Ela é jovem, talen

Não a c

s. Mande o contrato para o meu escritório amanhã de manhã

sso é...

ônus pela sua le

que eu vinha patrocinando discretamente há algun

udo bem. Eu iria mostrar a e

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Ela Escolheu a Traição
Ela Escolheu a Traição
“Era meu aniversário, mas Ana ainda não havia chegado em casa. Ela, minha esposa e estilista famosa, sempre manteve uma barreira, uma regra tácita entre nós e o mundo. Nenhum homem, exceto eu, podia se aproximar. Mas então, vi a foto. Pedro, meu afilhado e parceiro de negócios dela, a abraçando por trás, as mãos na cintura dela. E o sorriso dela... um sorriso que eu raramente via. Meu sangue gelou. Comentei um simples "?" na postagem, e o inferno começou. "José, você viu a foto?", a voz dela, irritada, no telefone. "Eu vi", minha voz saiu mais fria do que eu queria. Ela me ordenou que apagasse o comentário, minimizando tudo: "Não seja bobo, José. É só uma foto pra promover o trabalho. Não significa nada." Ela me chamou de possessivo, me defendeu publicamente para defender aquele homem. A raiva me consumiu. Não era apenas ciúme; era desrespeito. Passei a mão pela mesa, derrubando o vaso de cristal. O som do caco quebrando no mármore foi ensurdecedor. Pela primeira vez, eu perdi o controle. Eu me perguntava, como pude ser tão cego? Eu, o investidor que o tirou do nada, estava sendo humilhado pelo homem que criei, pela mulher que deveria me apoiar. Eu não iria chorar, não iria implorar. O jogo deles era sujo. O meu seria eficiente. Eles queriam guerra? Tudo bem, eu mostrarei a eles como se joga para vencer.”