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Ela Escolheu a Traição

Capítulo 3 

Palavras: 619    |    Lançado em: 01/07/2025

depois, A

ivesse acontecido, esperando me encontrar abat

em um estúdio improvisado. Croquis e amostras de tecido cobriam a mesa de cen

e sobre a paleta de cores para uma cena específica. Maria ouvi

rosto passou da expectativa para a c

é isso

entamente, se

ntinuando. O show deve cont

da pela presença de Ana. Eu coloquei

ecoando no chão de mármore. Ela

e ela está fazendo c

é a Maria, a nova figurinista do projeto. E, de

orceu em uma máscara d

Com... com essa novata?" Ela olhou para Mar

ojeto. Um projeto no qual eu investi milhõ

e aproximou de mim, seu rosto a centímetros do meu. "Você realmente acha que pode m

e, minha voz firme. "Ela é talento

al" pairou no

, acrescentei, como se foss

ria, e de volta para mim. A compreensão clareo

dro também." Não era uma pe

srespeitar ao seu lado." Minha voz era gelo puro. "Diferente dele, M

ção de Pedro com a lealdade de Maria, e por extensão, comp

ha uma resposta arrogante ou uma defesa pronta. Ela ap

ixo, ligou para o celular dela. O toqu

o telefone, d

uvi seus passos apressados no corredor e, em

a Maria, que pa

minha voz suavizando. "Ela não vai t

sabia que Ana, depois daquele choque, voltaria. Não por amor, mas para

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Ela Escolheu a Traição
Ela Escolheu a Traição
“Era meu aniversário, mas Ana ainda não havia chegado em casa. Ela, minha esposa e estilista famosa, sempre manteve uma barreira, uma regra tácita entre nós e o mundo. Nenhum homem, exceto eu, podia se aproximar. Mas então, vi a foto. Pedro, meu afilhado e parceiro de negócios dela, a abraçando por trás, as mãos na cintura dela. E o sorriso dela... um sorriso que eu raramente via. Meu sangue gelou. Comentei um simples "?" na postagem, e o inferno começou. "José, você viu a foto?", a voz dela, irritada, no telefone. "Eu vi", minha voz saiu mais fria do que eu queria. Ela me ordenou que apagasse o comentário, minimizando tudo: "Não seja bobo, José. É só uma foto pra promover o trabalho. Não significa nada." Ela me chamou de possessivo, me defendeu publicamente para defender aquele homem. A raiva me consumiu. Não era apenas ciúme; era desrespeito. Passei a mão pela mesa, derrubando o vaso de cristal. O som do caco quebrando no mármore foi ensurdecedor. Pela primeira vez, eu perdi o controle. Eu me perguntava, como pude ser tão cego? Eu, o investidor que o tirou do nada, estava sendo humilhado pelo homem que criei, pela mulher que deveria me apoiar. Eu não iria chorar, não iria implorar. O jogo deles era sujo. O meu seria eficiente. Eles queriam guerra? Tudo bem, eu mostrarei a eles como se joga para vencer.”