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Ela Escolheu a Traição

Capítulo 4 

Palavras: 804    |    Lançado em: 01/07/2025

sma noite,

do e uma vulnerabilidade que eu não via há anos. Ela parou na min

ase um sussurro. "Hoje, quando vi você com ela... a humil

pas indireto. Ela estava admitindo seu

, tirando o celular da bolsa. Ela me most

favor, me

fazer agora? E

vai me aban

ainda na minha frente, ela abriu o contato de Pedro

" , disse ela, olhando nos m

ção concreta para de

sentir ciúmes. Foi estúpido, eu sei. Eu n

rrependimento que parecia genuíno. Ela toco

não vamos m

me b

, mas um beijo de trégua, d

e duas pessoas poderosas. Destruí-lo por completo traria consequências para

sse, quando ela se afast

paz recém-conquista

trabalho de Maria. Ela estava se saindo brilhant

u pela segurança como um louco, seus

ha direção. "Você acha que pode simplesmente me descart

parou, todos olh

é um set de filmagem. Vá embora

u vou provar para você! Vou provar que sou inoc

le fez o i

ue provavelmente usava para algum hobby. E, diante

O sangue começou a brotar do corte, es

uro!" , ele gritou, o rosto

segundo, mas meu insti

denei, enquanto pegava um pano limpo

Ana chegou. Ela estava vindo

ulso sangrando, eu tentando ajudar

um instante, frios e sem emoção.

mente até mim. Ignorou completame

o estava coberta de sangue, e

embora

irme, sua dec

que chegavam. Sua rejeição pública foi mais brutal do que qualquer palavra. N

-se, instantaneamente, motivo de chacota. Um homem patético

le dia, Ana fez

uma foto antiga, do nosso casamento, uma que mantivem

: "Meu marido, meu ú

o não era mais a vítima, era um aproveitador desequilibrado. E Ana não era a heroí

carreira, já abalada, agora estava em ruí

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Ela Escolheu a Traição
Ela Escolheu a Traição
“Era meu aniversário, mas Ana ainda não havia chegado em casa. Ela, minha esposa e estilista famosa, sempre manteve uma barreira, uma regra tácita entre nós e o mundo. Nenhum homem, exceto eu, podia se aproximar. Mas então, vi a foto. Pedro, meu afilhado e parceiro de negócios dela, a abraçando por trás, as mãos na cintura dela. E o sorriso dela... um sorriso que eu raramente via. Meu sangue gelou. Comentei um simples "?" na postagem, e o inferno começou. "José, você viu a foto?", a voz dela, irritada, no telefone. "Eu vi", minha voz saiu mais fria do que eu queria. Ela me ordenou que apagasse o comentário, minimizando tudo: "Não seja bobo, José. É só uma foto pra promover o trabalho. Não significa nada." Ela me chamou de possessivo, me defendeu publicamente para defender aquele homem. A raiva me consumiu. Não era apenas ciúme; era desrespeito. Passei a mão pela mesa, derrubando o vaso de cristal. O som do caco quebrando no mármore foi ensurdecedor. Pela primeira vez, eu perdi o controle. Eu me perguntava, como pude ser tão cego? Eu, o investidor que o tirou do nada, estava sendo humilhado pelo homem que criei, pela mulher que deveria me apoiar. Eu não iria chorar, não iria implorar. O jogo deles era sujo. O meu seria eficiente. Eles queriam guerra? Tudo bem, eu mostrarei a eles como se joga para vencer.”