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A Filha Esquecida: Meu Novo Destino

Capítulo 1 

Palavras: 700    |    Lançado em: 01/07/2025

dia em que meu

única coisa que senti foi o suor frio grudado na minha pele. Meu coração batia d

la, os livros de direito empilhados na escrivaninha, o pôster da minh

to estudantil. O dia em

se revirou

olhos das pessoas quando o primeiro tiro soou. Vi meu irmão, Pedro, cair n

las sobre o ferimento, tentando inutilmente estancar o sangue. Lembro de ter ligado para minha

assombra minhas noites. Fria,

hão. Estou aproveitando o dia na praia co

desl

mesa de operação, esperando po

se voltou contra mim. Minha mãe, meu

sse insistido

scrito a gravidade

onseguiu convencer sua mãe

culpa me consumiram até que, alguns anos depois, eu também morri,

O despertador marcava sete da man

edro manchada de vermelho vivo era tão nítida, tão real, que senti o

acas. Fui até o banheiro e joguei água f

eu não vo

minha mente, fria e dur

a a dor e a negligência de todos. Eles preferiram me odiar a admitir que a mãe perfeita, a médica

ã

edro ser baleado. Não vou ligar para a minha mãe. Nã

, eu vou

tomei café da manhã. Eu só precisava sair daquele apartamento, sai

consegui segurar o corrimão. Cada passo era uma luta contra o instinto d

pai se recusando a olhar para mim, a lembrança dos meus avós sussurrando pela

assar por aq

enas corri, com as lágrimas escorrendo pelo meu rosto, o som da m

o, para longe da minha família,

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A Filha Esquecida: Meu Novo Destino
A Filha Esquecida: Meu Novo Destino
“Eu renasci no dia em que meu irmão morreu. Uma mancha vermelha na camisa branca. O som de um tiro ecoando. Vi Pedro cair, vi o pânico nos olhos de todos. Tentei estancar o sangue, liguei para minha mãe, a Dra. Lúcia, a melhor cirurgiã cardíaca do país. "Maria, que exagero. É só um arranhão. Estou na praia com a Sofia, não me incomode com bobagens." Ela desligou. Pedro morreu. A família inteira se voltou contra mim. "A culpa é sua, Maria! Você não convenceu sua mãe!" Tornei-me a assassina do meu irmão, isolada, até que eu mesma morri. Mas agora, com o coração batendo descontrolado e a memória vívida, o despertador anunciava o mesmo dia, a mesma tragédia. Desta vez, não intervim. Assisti, paralisada, à cena se repetir no hospital. A família me acusando. Minha mãe novamente na praia com Sofia, recusando-se a vir. "Perdemos ele. Sinto muito." Pedro morreu. De novo. E a culpa, mais uma vez, seria minha. Eu sabia que não era. Eu sentia que algo estava podre. Então, meu pai descobriu a verdade: Sofia não era quem parecia ser. E aquele homem que a atacou... Ricardo. A peça começou a se encaixar. Pedro tinha me avisado. Eu iria expor a verdade, custe o que custasse.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10