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A Filha Esquecida: Meu Novo Destino

Capítulo 2 

Palavras: 622    |    Lançado em: 01/07/2025

rvei, vomitando o pouco que tinha no estômago. O gosto amargo na minha boca era o gosto do medo e do alívio.

o, tentando contr

nsamento me trouxe

lhante, uma salvadora de vidas. Em casa, ela era uma rainha de gelo. Seu carinho era raro e sempr

de carro. Desde o primeiro dia, minha mãe a tratou como uma boneca de porcelana. Tudo o que Sofia

o os passos do nosso pai, Carlos, nos negócios da famíl

lho de Pedro nem a doçura fabricada de Sofia. Eu era uma peça de mobília na casa

ostumada a ser a segunda,

orando de dor. Ela me disse para pegar um táxi e ir para a emergência, porque estava no meio de uma reunião importante do c

ser constantemente desacreditada e posta de lado. A morte de Pedro foi

para mim mesma, a voz rouca. "Eu

a pela morte do meu irmão era um fardo pesado demais para carregar duas vezes. Se o destino quisesse

ira diminuiu. Eu me levantei, limpei o rosto e decidi vo

a, sentada no sofá da sala, lixando as unhas com uma expressão entedi

e no protesto com o Pedro. A mamãe vai ficar uma

losa, mas as pala

ui direto par

, Maria? Parece qu

ma e fechei os olhos, o coração ainda pesado. Eu tinha feito a m

ão já havi

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A Filha Esquecida: Meu Novo Destino
A Filha Esquecida: Meu Novo Destino
“Eu renasci no dia em que meu irmão morreu. Uma mancha vermelha na camisa branca. O som de um tiro ecoando. Vi Pedro cair, vi o pânico nos olhos de todos. Tentei estancar o sangue, liguei para minha mãe, a Dra. Lúcia, a melhor cirurgiã cardíaca do país. "Maria, que exagero. É só um arranhão. Estou na praia com a Sofia, não me incomode com bobagens." Ela desligou. Pedro morreu. A família inteira se voltou contra mim. "A culpa é sua, Maria! Você não convenceu sua mãe!" Tornei-me a assassina do meu irmão, isolada, até que eu mesma morri. Mas agora, com o coração batendo descontrolado e a memória vívida, o despertador anunciava o mesmo dia, a mesma tragédia. Desta vez, não intervim. Assisti, paralisada, à cena se repetir no hospital. A família me acusando. Minha mãe novamente na praia com Sofia, recusando-se a vir. "Perdemos ele. Sinto muito." Pedro morreu. De novo. E a culpa, mais uma vez, seria minha. Eu sabia que não era. Eu sentia que algo estava podre. Então, meu pai descobriu a verdade: Sofia não era quem parecia ser. E aquele homem que a atacou... Ricardo. A peça começou a se encaixar. Pedro tinha me avisado. Eu iria expor a verdade, custe o que custasse.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10