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A Filha Esquecida: Meu Novo Destino

Capítulo 3 

Palavras: 515    |    Lançado em: 01/07/2025

ngindo ler um livro, mas meus olhos não conseguiam focar nas pal

le, primeiro calma, depois tensa,

Qual h

. Era agora. Es

ntasma, o telefone ainda na mão. Sofia estava ao lado dele,

. ele foi baleado no protesto. Está em

de silêncio tenso. Eu olhava pela janela, vendo a cidade passar, mas minha mente estava vazi

a já estava cheia. Meus avós maternos e paternos e

aterna, a mãe de Lúcia, veio na

tava? Por que não es

ra estrident

do bem", murmurei, a desculpa

irmão está entre a vida e a morte e a sua desculpa é essa? V

a...", tentei me defe

inha avó. "Você sempre foi a ajuiza

ando. Sofia, a mestre da manipulação, começou a chorar baixinho no ombr

falsas. Ninguém notou que ela não tinha

es. Era exatamente como da última vez. A mesma cena, as mesmas palavras, a me

ira aparece

rtéria perto do coração. Precisamos do melh

ares se volt

", ordenou meu pai,

e estúpida de mim ainda tinha uma faísca de esperança. Talvez,

, o número que eu conhecia de cor, o número da mulher que

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A Filha Esquecida: Meu Novo Destino
A Filha Esquecida: Meu Novo Destino
“Eu renasci no dia em que meu irmão morreu. Uma mancha vermelha na camisa branca. O som de um tiro ecoando. Vi Pedro cair, vi o pânico nos olhos de todos. Tentei estancar o sangue, liguei para minha mãe, a Dra. Lúcia, a melhor cirurgiã cardíaca do país. "Maria, que exagero. É só um arranhão. Estou na praia com a Sofia, não me incomode com bobagens." Ela desligou. Pedro morreu. A família inteira se voltou contra mim. "A culpa é sua, Maria! Você não convenceu sua mãe!" Tornei-me a assassina do meu irmão, isolada, até que eu mesma morri. Mas agora, com o coração batendo descontrolado e a memória vívida, o despertador anunciava o mesmo dia, a mesma tragédia. Desta vez, não intervim. Assisti, paralisada, à cena se repetir no hospital. A família me acusando. Minha mãe novamente na praia com Sofia, recusando-se a vir. "Perdemos ele. Sinto muito." Pedro morreu. De novo. E a culpa, mais uma vez, seria minha. Eu sabia que não era. Eu sentia que algo estava podre. Então, meu pai descobriu a verdade: Sofia não era quem parecia ser. E aquele homem que a atacou... Ricardo. A peça começou a se encaixar. Pedro tinha me avisado. Eu iria expor a verdade, custe o que custasse.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10