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A Filha Esquecida: Meu Novo Destino

Capítulo 4 

Palavras: 546    |    Lançado em: 01/07/2025

o de mim diminuía um pouco mais. O barulho da sala de espera parecia ter desapa

voz dela estava relaxada, com o

alguma coisa? Es

ter minha

das Clínicas, em estado grave. A enfermeira disse que a bala

da linha. Eu podia ouvi-la sus

disse para não exagerar? Os médicos da emergência são compe

o, alegre e despreocupada. "Mam

ndo um dia raro e maravilhoso com a Sofia na praia. Não vou largar tudo e atravessar a cidade por causa de um ataqu

ero tomando conta de mim. "É sério! El

! Não vou dis

desl

sado, mortal. Todos na sala de

hando para o meu pai. "Ela disse que eu estava

fúria e incredulidade. Ele arrancou o celular

ês, dez, quinze chamadas. Todas iam direto para

. Meus avós andavam de um lado para o outro. Sofia continuava c

r. Eu vivi isso. Mas ver a cena se repetir, ver a esperança no rosto

o de plantão, um homem jovem e visiv

agia era incontrolável. Se tivéssemos alguém com a experiência

mos ele. S

sobre a sala como u

rede, gritando de dor e raiva. Meu pai ficou parado, congelado,

estava

n

vez, encontraria s

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A Filha Esquecida: Meu Novo Destino
A Filha Esquecida: Meu Novo Destino
“Eu renasci no dia em que meu irmão morreu. Uma mancha vermelha na camisa branca. O som de um tiro ecoando. Vi Pedro cair, vi o pânico nos olhos de todos. Tentei estancar o sangue, liguei para minha mãe, a Dra. Lúcia, a melhor cirurgiã cardíaca do país. "Maria, que exagero. É só um arranhão. Estou na praia com a Sofia, não me incomode com bobagens." Ela desligou. Pedro morreu. A família inteira se voltou contra mim. "A culpa é sua, Maria! Você não convenceu sua mãe!" Tornei-me a assassina do meu irmão, isolada, até que eu mesma morri. Mas agora, com o coração batendo descontrolado e a memória vívida, o despertador anunciava o mesmo dia, a mesma tragédia. Desta vez, não intervim. Assisti, paralisada, à cena se repetir no hospital. A família me acusando. Minha mãe novamente na praia com Sofia, recusando-se a vir. "Perdemos ele. Sinto muito." Pedro morreu. De novo. E a culpa, mais uma vez, seria minha. Eu sabia que não era. Eu sentia que algo estava podre. Então, meu pai descobriu a verdade: Sofia não era quem parecia ser. E aquele homem que a atacou... Ricardo. A peça começou a se encaixar. Pedro tinha me avisado. Eu iria expor a verdade, custe o que custasse.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10