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Vingança Dança: Um Amor Perdido

Capítulo 4 

Palavras: 808    |    Lançado em: 01/07/2025

a de Sofia, alimentando sua ilusão enquanto sua família assistia, dividida entre o a

filho afundar em uma fantasia, ela decidiu que era hora da verdade. Eu estava no quarto, aju

e, sem espaço para gentilezas. "T

m pouco mais lúcido

isse que ela está se recuperando..

respiro

.. ela disse que não tem nada com você. Que nunca teve.

us olhos. Ele se virou para mim, procurando a neg

a disse... Sofia está

deixa. O g

agora desprovido de qualquer falsa

erdade, Pedro. Mas ela não

e Helena, olh

não é mais o herdeiro forte e poderoso dos Albuquerque. Você é um fardo. Um problema. Sofi

mo um soco físico. A cor sumiu de seu rosto.

gaguejou, o pânico cr

uelas palavras. E então, pela primeira vez d

acont

a expressão de horror puro. A negação, alimentada por drogas e ilusões, se

ovo, o suor brotando em sua testa. Seu rosto se contorceu em um esfo

mal, de um homem preso em seu próprio corpo. Ele começou a se de

NÃO!

ante, reduzido a uma criança chorona e indefesa. Helena tentou

do quarto, discretamen

avei

eus gritos, seu choro, seu desespero pa

de fofocas da alta sociedade. O título era simples: "Herdeiro dos A

poder e controle da família Albuquerque foi dest

iu rápido. Ela deu uma entrevista exclusiva de seu leito de hospit

s sua obsessão por mim era assustadora. Eu nunca o encorajei. Este colapso... só mostra o quão i

sar duas vezes. A covardia dela era t

mbrei da minha vida passada. Lembrei-me de como Pedro me olhava com nojo quando eu lutava para me mover da cadeira d

va de inútil

as começando. Ele e Sofia construíram o inferno da minha prime

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Vingança Dança: Um Amor Perdido
Vingança Dança: Um Amor Perdido
“O cheiro de fumaça queimava minhas narinas, e os gritos enchiam o ar. Pedro, com sua voz desesperada, tentou me arrastar para longe da oficina de arte em chamas, não para me salvar, mas para que pudesse entrar e resgatar Sofia. Na minha vida passada, eu o impedi desesperadamente, me jogando em sua frente, e fui esmagada por uma viga em chamas. Aquele ato de amor custou-me minhas pernas, meu futuro como dançarina de samba e uma vida inteira de miséria em uma cadeira de rodas. Pedro me odiava, me culpava pela "morte" de Sofia, e meus pais, cegos por favoritismo, me jogavam aos lobos para proteger a imagem da família. "Você só merece o inferno, Maria Eduarda," ele sussurrava, um veneno que bebi por anos. Mas desta vez, algo dentro de mim estava diferente. Frio. Duro. Inquebrável. Abri os olhos. A dor e a escuridão daquela primeira vida inundaram minha mente em um flash, e eu soube: não era um despertar normal; eu estava de volta ao dia do incêndio. Percebi a farsa de Pedro, sua obsessão por Sofia, e o fato de que ele nunca me amou de verdade. Ele ama a ideia de ser o herói de Sofia. Então, com um sorriso gelado, minhas mãos relaxaram. Eu o soltei. "Vá", eu disse, calma e clara, enquanto Pedro corria para as chamas, sem olhar para trás. Ele ainda não sabia, mas seu inferno estava apenas começando, e eu seria a roteirista.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10