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Tarde Demais, Sr. Magnata: A Escolha Dela É a Liberdade

Capítulo 4 

Palavras: 321    |    Lançado em: 02/07/2025

eu rosto sério. Ele olhou para

s foram estilhaçados. A recuperação será longa e difícil, e é improvável que recuper

a, olhando de re

nte o seu prognóstico. Mas... eles só virão se a Senhorita Sofia pedir. Ela fez uma 'doação generosa' ao hos

ngue. Eles não se contentaram em quebrar-me

ico com uma calm

", disse eu, a minha voz

cado. Thiago levan

plodir. "Vais deitar a tua vida fora por causa do

nsam que podem comprar e destruir tudo e todos. O meu corpo, a minha música, a minha dignidade

s próprios cabelos, andando de um lado para o outro no

oloroso. "Foi assim que me 'ajudaste

da tivesse de acabar, acabaria nos meus próprios

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Tarde Demais, Sr. Magnata: A Escolha Dela É a Liberdade
Tarde Demais, Sr. Magnata: A Escolha Dela É a Liberdade
“A dor nos meus pulsos e tornozelos era um zumbido constante no meu cérebro, memórias da minha carreira de pianista, brutalmente esmagada. Thiago, o homem que eu amava e que "resgatei" da rua, ordenara que me quebrassem as mãos. Ele, o meu protetor, virara o meu carrasco. Cegado pela mentira da minha manipuladora meia-irmã, Sofia, que ele acreditava ser a sua salvadora de infância, Thiago permitiu a minha humilhação pública. O meu próprio pai e irmão viraram-me as costas, convencidos pelas artimanhas de Sofia. A solidão era esmagadora, e a traição de Thiago era a estocada final. Ele sabia a verdade, mas ainda assim a escolheu, protegendo-a e me destruindo. O que eu fiz de tão errado para merecer tal abandono e crueldade? Como o homem que confiei cegamente pôde me infligir tanto sofrimento? A incompreensão e a dor rasgavam-me por dentro, roubando-me a vontade de viver. No fundo do abismo, uma fúria renasceu. Acabou-se a passividade, a espera pela morte. Se eu ia viver, seria para vingar cada lágrima, cada osso partido. Peguei no telefone, liguei para Miguel, de quem menos se esperava ajuda. A partir daquele momento, a minha vida não seria mais de vítima, mas de guerra.”