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Cun Li De Wa

6 Livros Publicados

Livros e Histórias de Cun Li De Wa

O Preço da Traição: Maria Paga

O Preço da Traição: Maria Paga

Bilionários
5.0
Chego em Salvador, o calor úmido de volta, o cheiro de dendê familiar. Depois de anos estudando fora, finalmente vou me casar com João, o amor da minha vida, herdeiro das Pousadas Alcântara. Meu coração dispara de expectativa no táxi, a caminho da empresa de eventos para acertar os últimos detalhes. "Eu sou Maria, tenho uma reunião sobre o meu casamento com João Alcântara." A recepcionista me olha confusa: "Maria? O casamento do Sr. João já aconteceu há três meses." Meu mundo desaba. "Como assim? Deve haver um engano. Eu sou a noiva!" "A esposa do Sr. João se chama Maria também. Maria Torres. Filha do deputado Torres. Eles são o casal do momento." Meu próprio sobrenome. Então João sai do escritório, rindo, de braços dados com uma mulher desconhecida, e seu sorriso some ao me ver. "Maria? O que você está fazendo aqui?" A impostora me olha com desdém. "Quem é essa, meu amor?" "João, que brincadeira é essa? Quem é ela? E que história é essa de que você se casou?" Ele tenta me arrastar para um canto. "Fale baixo. A gente conversa depois." Eu me solto com força. "Conversar depois? Eu viajo meio mundo para o nosso casamento e descubro que você já se casou com outra mulher que está usando o meu nome?" Ela ri, um som terrível. "Seu nome? Querida, eu sou Maria Torres. Todo mundo sabe disso. Você deve ser alguma maluca, uma fã obcecada pelo meu marido." João chama os seguranças. "Tirem essa mulher daqui. Agora." Enquanto sou arrastada para fora, olho para ele. Só há frieza. Naquele momento, meu amor virou pó. Só restou a fúria. Se ela queria ser Maria Torres, ela pagaria o preço. Minha vingança começava.
Sangue por Vingança

Sangue por Vingança

Fantasia
5.0
Eu estava morta há cinco anos, uma alma presa a este mundo, flutuando sobre a floresta onde meu corpo foi abandonado. Então, ele chegou, Gustavo, meu ex-marido, o homem que me sentenciou à morte, parado na estrada de terra com seu carro caro e cara de nojo. Ele não estava ali por amor ou arrependimento, mas para salvar Clara, seu amor de infância, a mulher por quem ele me destruiu, doente novamente, e a cura? Meu sangue. Uma ironia cruel, pois foi por um simples chá calmante para Clara, atrasado por minutos, que ele me baniu para esta floresta grávida, onde os homens dela me torturaram até a última gota de sangue esvair de mim. Ele pensava que eu havia fugido, uma esposa ingrata, e agora, cinco anos depois, ele queria meu "sangue" para ela. A aldeia se fechou para ele, mas Dona Rosa, a matriarca que encontrou meu corpo e resgatou meu bebê, permaneceu firme, protegendo Leo, meu filho de cinco anos, com seus olhos castanhos e cachos escuros que eram uma cópia em miniatura dos meus. Gustavo viu Leo e, cego pela arrogância e pela mentira que ele próprio criou, não reconheceu seu próprio filho, apenas a prova de uma suposta traição. Ele ameaçou a aldeia, exigiu saber onde eu estava, e Dona Rosa, com a voz embargada pela dor, proferiu as palavras que ele se recusava a ouvir: "Sofia está morta". Mas a verdade só veio quando Leo, meu corajoso e pequeno Leo, na inocência de sua alma, deu um passo à frente e olhou para ele, dizendo: "Mamãe morreu". A raiva de Gustavo explodiu, acusando-me de ter me envolvido com outro homem, de ter tido um "bastardo", e eu, um fantasma impotente, vi meu filho, nosso filho, ser arrastado. Clara, a víbora em seu vestido branco, sussurrava veneno, alimentando a fúria de Gustavo, encorajando-o a drenar o sangue de Leo, nosso sangue, para sua própria cura doentia. Eu gritei, um som silencioso de agonia, enquanto a agulha perfurava a pequena veia do meu filho, e Clara, com um sorriso macabro, bebia de sua vida. Meu coração inexistente se despedaçou quando o último sopro de vida deixou Leo, e o sangue de Gustavo, ao cair no frasco, se misturou ao dele, uma prova inegável de sua paternidade, negada até o fim. A negação de Gustavo era uma muralha, mesmo com o corpo de Leo e a prova irrefutável do sangue, ele exigiu continuar "drenando" meu "sangue", levando seus homens a um túmulo improvisado na floresta. Ali, em meio a ossos manchados e o esqueleto de um feto, ele encontrou minha aliança, o brilho de ouro selou a verdade que ele tanto temia. A verdade o atingiu como um raio, a culpa o esmagou, e seu grito de agonia ecoou pela floresta, ele havia destruído tudo, inclusive a si mesmo. E assim, a vingança de Sofia começou, movida por uma fúria gélida, prometendo que cada gota de dor que Leo e eu sentimos seria retribuída.
O Preço da Falsa Paixão

O Preço da Falsa Paixão

Romance
5.0
Em minha vida passada, a cena que se desenrolou diante dos meus olhos foi um pesadelo sem fim, uma traição que me marcou até a morte. Eu e meu irmão, Lucas, trocamos de noivas, um ato que na época pareceu uma loucura, mas que era nossa única saída. No entanto, as consequências foram devastadoras. Laura e Patrícia, as mulheres que um dia amamos, nos entregaram de bandeja aos nossos maiores rivais. A queda foi rápida e brutal. Lembro-me vividamente de Laura, minha esposa, olhando para mim com um desprezo que congelava a alma. "João, deve ter doído muito cair da sacada, não é? Hoje, finalmente me vinguei por você, Carlos!" Ao lado dela, Patrícia, a esposa do meu irmão, mostrava a Lucas um colar que tinha dado a Carlos. "Carlos, finalmente esperei por este dia. Fizemos eles pagarem o preço. Espere por mim, logo te ajudarei a reconstruir sua vida." Naquele momento, o quebra-cabeça se montou. Elas genuinamente acreditavam que nós éramos os monstros, que havíamos empurrado o pobre e frágil Carlos para a morte. Nossos rivais nos capturaram. Fomos torturados por dezesseis dias. Cada dia era uma nova eternidade de dor. Eu, como o herdeiro principal, sofri um destino ainda pior. Meus bens e meu status foram arrancados de mim. Fui humilhado publicamente, forçado a viver como um mendigo e torturado até a morte. Fechei os olhos para a escuridão, meu último suspiro cheio de ódio e arrependimento. Mas então, eu os abri novamente. Virei a cabeça e vi Lucas ao meu lado, olhando para mim com os olhos arregalados. No fundo de suas pupilas, vi o mesmo choque, a mesma dor, e a mesma compreensão. Ele também havia retornado. Um sorriso lento e compartilhado se formou em nossos rostos. Não era um sorriso de alegria, mas de alívio e de uma promessa sombria. Nosso pai estava sentado atrás de sua grande mesa de mogno, falando sobre os preparativos do casamento. "...e então, João se casará com Laura, e Lucas com Patrícia. Será o evento do ano." Antes que ele pudesse continuar, eu o interrompi, minha voz firme. "Pai, temos uma nova ideia." Lucas e eu falamos em uníssono. O destino nos deu uma segunda chance, e desta vez, a vingança seria nossa.
O Segredo de Joãozinho Revelado

O Segredo de Joãozinho Revelado

Moderno
5.0
A foto de Daniel, meu filho, sorrindo com um troféu de futebol, escondia a ansiedade que me consumia, uma nuvem de chuva que nunca ia embora. Nossa casa, outrora um refúgio, tornou-se um campo de batalha silencioso quando meu filho adolescente expressou desprezo por Joãozinho, o menino que eu acolhera acreditando ser filho do meu "melhor amigo", Pedro. Juliana, minha esposa, com seus olhos calculistas, referia-se a Joãozinho como "diferente", uma palavra cheia de veneno doce, ecoando a crueldade que se tornava palpável diante dos hematomas ocasionais no corpo do menino. Eu, Lucas Silva, um engenheiro de sucesso, via meu universo desmoronar, questionando como minha fé na bondade pudera me cegar para a verdade sobre Pedro, o parasita disfarçado de irmão. Naquela noite, a tragédia anunciada se concretizou. Daniel e Pedro, em uma brincadeira cruel, empurraram Joãozinho da casa na árvore. O som surdo do corpo do menino batendo no chão e seu grito lancinante rasgaram o ar, e meu coração se despedaçou ao vê-lo com o braço torcido. Subindo para pegar a carteira, ouvi vozes baixas vindas do meu closet. Juliana e Pedro estavam juntos, em um beijo desesperado, faminto, cúmplice. Minha esposa e meu melhor amigo. A traição era uma faca cravada no meu peito, e a terrível sensação era de que aquele beijo era apenas a ponta de um iceberg de mentiras. Então, mais uma frase, sussurrada por Juliana, congelou meu sangue: "Joãozinho é o filho biológico dele e não aquela aberração do Daniel!" O mundo girou, o ar me faltou. Joãozinho, meu filho. Daniel, não meu? Juliana, com um ódio cruel, cuspiu a verdade: "Daniel é meu. Trocamos na maternidade." Minha "esposa" revelou que me deu remédios para me esterilizar, para que eu não tivesse outro herdeiro legítimo, enquanto Pedro confessou o teste de DNA falso. Descobri que a mulher que amava e o amigo que chamei de irmão torturavam meu próprio filho, movidos por ambição e inveja. Quando desci as escadas, uma terrível premonição se confirmou. Joãozinho estava na piscina. Daniel estava na beirada, com uma expressão vazia. Juliana apenas observava com uma calma assustadora. Naquele momento, enquanto segurava o corpo sem vida do meu filho, eu vi o sorriso vitorioso dela. O Lucas gentil e complacente morreu junto com Joãozinho, e em seu lugar, nasceu um homem consumido por um único propósito: justiça.
A Queda de João

A Queda de João

Romance
5.0
João voltou para casa às dez da noite, e a pergunta que me atormentava o dia todo finalmente escapou: "Por que você não atendeu minhas ligações?". Ele mal havia tirado os sapatos quando as palavras esfaquearam o ar: "Uma amiga me mandou uma mensagem, disse que viu você e a Joana almoçando juntos no restaurante perto da empresa." A exaustão em seu rosto se transformou em irritação. Ele tentou me convencer, com um tom de mártir, de que tudo não passava de um "almoço de equipe", mas eu já sentia que algo estava terrivelmente errado, e aquela era uma história velha que não colava mais. À noite, deitada ao seu lado, eu o abracei, buscando uma segurança que já não existia. Sussurrei o nome dela, "Joana", e, como um raio, o ar congelou. Seu corpo enrijeceu, sua voz virou um rosnado furioso e irreconhecível: "Você tinha que estragar tudo, não é? Tinha que mencionar o nome dela?". A raiva dele era desproporcional, violenta. Ele se levantou, andando como um animal enjaulado, e me acusou: "Eu volto para casa, tento consertar as coisas... E é assim que você me recebe? Com acusações? O que você quer, Maria? Me ver de joelhos? Ou você quer que essa família acabe de vez?". Naquela noite, deitada sozinha, tremendo, eu sabia: tinha que arrancar a máscara de bom moço que ele usava e expor a verdade feia que eu sentia existir por baixo. Mas a verdade era mais profunda do que imaginei. Eu estava vivendo uma mentira, e nem sequer me dava conta disso. O que eu estava prestes a descobrir revelaria quem ele realmente era e mudaria minha vida para sempre.