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Não Sou Mais A Sua Sofia: A Herdeira Bilionária Renascida

Capítulo 3 

Palavras: 586    |    Lançado em: 02/07/2025

ilencioso. Miguel mal falava comigo. O meu pai estava ausente, m

ecia prosperar no meio

texto de ela precisar de um lugar seguro para ficar, longe d

dez, os seus olhos a absorverem tudo. A n

i Miguel e Catarina no sofá, a olhar para um

" perguntei, a minha voz ma

ensivo. "Estou a mostrar à Catarina algum

-se de lágrimas. "Desculpa, Sofia. Eu não queria

" disse eu, a minha p

ndeu-me. "Pára com iss

. Parece que está a fazer

co. Miguel envolveu-a num abraço protetor, olhand

fazes? És

ou. Miguel veio ao meu quarto.

bre a Quinta no Douro,"

e. O seu dote, o seu orgulho e

ara falar?" pergu

e continuar a trabalhar como empregada de mesa. É humilhante. Pensei que poderíamos c

, sem palavras. A audácia

a era da mãe. É a minha herança. Queres qu

u contigo antes de qualquer coisa acontecer entre eles! E

e o direito a

rmão mais velho e chefe desta família

ntando-me. "E nunca terás um cêntimo daquel

rpreender-me. "Vais fazer o que eu digo, So

ço. "Tu e o teu novo projeto de caridade. Fica lo

pulado. Ele estava a tornar-se cúmplice na destruição de tudo o que eu amava. A Quinta não era apenas uma

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Não Sou Mais A Sua Sofia: A Herdeira Bilionária Renascida
Não Sou Mais A Sua Sofia: A Herdeira Bilionária Renascida
“Numa noite de verão no Cais de Gaia, Sofia Almeida, herdeira de uma família vinícola nobre, preparava-se para o seu noivado. Um futuro promissor aguardava-nos. De repente, Tiago, meu noivo, fitou-me com desprezo, acusando-me de arrogância. Perante todos, rompeu o nosso compromisso, os seus olhos fixos em Catarina Santos, a filha da nossa antiga governanta. Um 'acidente' dramático de Catarina roubou toda a cena e simpatia. A humilhação foi excruciante. Tiago ignorou-me, socorrendo Catarina, e meu próprio irmão, Miguel, o meu protetor, exigiu que eu pedisse desculpas. Miguel permitiu que Catarina invadisse a nossa casa, manipulou-o para me privar da herança da minha mãe e roubou os meus designs. Quando o confrontei, ele, meu irmão, bateu-me. A dor da traição, tão profunda e inesperada por aqueles que amava, transformou-se num vazio gélido. Como puderam cegamente defender uma manipuladora e destruir a minha honra, a minha vida? O meu próprio sangue tornou-se cúmplice da minha aniquilação. No aniversário da morte da nossa mãe, Miguel trocou-me por Catarina, que exibiu o meu colar de família. Ali, a antiga Sofia Almeida morreu. Incendiei a nossa casa, falsifiquei a minha morte, e renasci como Aurora. Pensaram que me destruíram? Mal sabiam que a fénix Aurora não lhes devia nada, nem sequer o meu ódio. A minha vingança seria a minha nova vida.”