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Entre Lágrimas e Acordes: A Redenção de Sofia

Capítulo 1 

Palavras: 603    |    Lançado em: 02/07/2025

quinto aniversá

a que nunca chegava. Eu estava no meu ateliê no Museu de Arte do R

Um jantar no nosso restaurante preferido

celou à últ

ensaio com a banda, não p

one soava distante

Diogo Neves, a nova estrela da Bossa Nova, e eu era apenas

ndê-lo de outra forma. Fui até à Lapa, ao boteco onde

air para a rua. Vi-o sentado a uma mesa, rod

eu nome nos lábio

toca aquela par

ella, a passista de Samba, a sua ex-

coraçã

. "Cuidado, Diogo. E a

m som que costumava aquecer-me,

ra-me. Nunca me deixaria. É demasiad

ãos, aquelas mãos longas e áge

os de

a ti, Isa.

ão de Léo, uma que ele nunca chegou a publicar. Uma que Diogo afi

, encheu o bar, mas as palavra

ue eu nunca entenderia. Ele criticava a minha "simplicidade",

omo uma necessidade, uma fuga d

os meus lábios, silenciosa,

oto

s, deitado numa cama de hospital. O seu corpo quebrado depois do acidente de m

stav

Eu chorei por ele. Eu procurei os melh

atível que tinha morrido no mesmo dia, no mes

é

Diogo, sussurradas com a voz

As minhas mãos. Eu nunca te vou

sem

ento, a sua traição transformava o meu sacrif

mãos dele. A ver o sonho de Léo, o meu Léo, torn

a usar o dom de Lé

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Entre Lágrimas e Acordes: A Redenção de Sofia
Entre Lágrimas e Acordes: A Redenção de Sofia
“No nosso quinto aniversário de casamento, planeei uma noite perfeita para Diogo, a estrela da Bossa Nova. Eu, Sofia, a restauradora de arte, vivia na sua sombra, mas a minha devoção era absoluta. Mas ele cancelou à última hora. Em vez de um jantar romântico, encontrei-o num boteco na Lapa, rindo com a sua ex-namorada, Isabella. E as suas palavras foram um veneno: "A Sofia? Aquela coitadinha? Ela adora-me. É demasiado dependente." A melodia que ele dedicou a ela era uma composição do meu falecido amor, Léo. Aquela que ele supostamente tinha escrito para mim. Ele ridicularizava a minha "simplicidade" e o meu trabalho "empoeirado" no museu. Anos antes, eu o salvei, implorei por um transplante para as suas mãos esmagadas após um acidente. As suas mãos ágeis eram de Léo. A humilhação escalou: ele me arrastou para uma armadilha orquestrada por Isabella. O seu desprezo era palpável, a sua traição, cruel. Quando soube que estava grávida, ele riu, desprezando a notícia. Forçada a doar sangue para Isabella, perdi o meu bebé. Como pude amar este homem? Como pude confundir o recipiente com a alma? Naquele hospital, o meu coração parou de bater por ele. A minha submissão desfez-se em cinzas. Ele pensava que eu era um fantoche, mas eu sou a restauradora. É hora de restaurar a minha vida. E revelar a verdade por trás da "sua" genialidade.”