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Quando o Amor é Uma Pontuação: O Diário da Traição

Capítulo 4 

Palavras: 486    |    Lançado em: 02/07/2025

bentou com uma

entro do local da festa, os convidados riam

idro, que agora era bombardeado por

ervar a tempestade, quando ouviu um

começaram

vidro esta

-se. Todos corria

o, a olhar para cima enquanto os est

urou por

stância. Os seus olhos encontrar

is, ele

a gritar, enc

direção dela. Ele atirou-se sobre ela, protegendo-a com o seu

olhou pa

Sofia. A dor foi aguda e imediata. Ela caiu

tornou-se um borrã

Isabela a levantar-se, a verificar se ela estava bem, completam

num quarto

hia o ar. O seu ombro estav

tava s

quarto, o seu rosto uma m

Mendes? Com

do?" A voz de Sofia e

arto ao lado, com a senhora Rocha. Ela está em ch

os olhos. C

u saco. A enfermeira hesito

s pertences, estava

abriu-o. A sua caligrafia estava in

to. Festa de Isabela. Ele protegeu-a e

ão era ag

uriosa. "O que é isso, se n

Sofia, a voz vazia.

u-se e Thiago entrou. Ele p

us. Como estás? Fiq

vras soaram

s seus olhos frios e va

feito a su

a ia faze

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Quando o Amor é Uma Pontuação: O Diário da Traição
Quando o Amor é Uma Pontuação: O Diário da Traição
“Thiago Alves encontrou o caderno na última gaveta da minha mesinha de cabeceira. Nele, cada um dos seus deslizes era uma contabilidade fria: menos 5 pontos por esquecer o aniversário de casamento, menos 3 por cancelar o jantar com os meus pais. No final da primeira página, a sentença cruel: "Limite: 100 pontos. Quando chegar a zero, o divórcio." Não que importasse. Ele já tinha feito a sua escolha. Quando Isabela, o seu "primeiro amor" e "inspiração", ligou a chorar depois de um acidente simulado, ele nem hesitou. Deixou-me para trás, a comida a arrefecer no prato, ignorando o nosso jantar de família. No hospital, ouvi-o confessar, com a minha alma a partir-se: "Eu faria qualquer coisa por ti, Isabela. Tornei-me jogador de futebol porque sonhavas em casar com uma estrela do desporto." Aquele casamento, que eu pensava ser amor, era apenas uma promessa ao meu pai morto, um prémio de consolação para ele, já que Isabela se tinha casado com outro. Então, o acidente. Ferida, sozinha, no hospital. Ele no quarto ao lado, "consolando" Isabela. Quando precisei de uma transfusão urgente, o sangue, raro, estava reservado para ela, por uma "crise alérgica" falsa. Liguei para ele, o meu marido. A sua voz, fria, respondeu: "Não. Não vou arriscar a vida da Isabela por uma desconhecida. Mantenham o sangue reservado." Uma desconhecida. A sua esposa. E então, a verdade me atingiu: eu estava grávida. Ele tinha sentenciado o nosso próprio filho à morte. A dor era tão insuportável quanto o gelo que agora cobria o meu coração. Eu não choro mais. Não há mais lágrimas. Agarrei na caneta, com a mão firme, e zerei a pontuação. "Thiago, o nosso amor morreu. E tu mataste o nosso filho." Assinei os papéis do divórcio. Deixei para trás aquele passado frio e a sombra dela. Curitiba espera-me. Eu vou reconstruir a minha vida, doce por doce.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 1012 Capítulo 1113 Capítulo 1214 Capítulo 1315 Capítulo 1416 Capítulo 1517 Capítulo 1618 Capítulo 1719 Capítulo 1820 Capítulo 1921 Capítulo 2022 Capítulo 2123 Capítulo 2224 Capítulo 23