icon 0
icon Loja
rightIcon
icon Histórico
rightIcon
icon Sair
rightIcon
icon Baixar App
rightIcon

Traição e Azulejos Quebrados

Capítulo 1 

Palavras: 758    |    Lançado em: 02/07/2025

me em casamento no no

ecido. A desilusão já nem doía, era apenas um

r-se, e a desculpa

tuas oportunidades, Sofi

r de quem não parte um prato. Mas eu via a ambição nos seus ol

Deixava reuniões importantes para a ajudar com "probl

lher forte, a independente, a que não precisava dele

ultrapasso

nundado pela luz de Lisboa. As paredes estavam cobertas com a arte

a, a primeira que o meu pai me ofereceu. Represent

precis

como se estivesse a

em si

inha rigidez. "O apartamento dela é tão sombrio,

arrancar um pedaço da minha alma

Sofia. Deixa-a ter uma coisa

a memória do meu pa

m gelo. Olhei para ele, um estranho com

va-

o se eu lhe tivesse feito um grande favor. Pegou no painel

O número de Duarte estava nos meus favoritos, um

u ao prime

art

ua voz era calma, profun

há muito tempo, quando a minha frustração com Tiago er

ora, era a minha úni

osta ainda

m segundo que pare

re es

m, eu

de tudo. Vens

i um alívio imenso, como se um peso que carre

a. Tiago voltou a

ma noite de Fados em Alfama. Mas é uma seca, n

testa. O seu toq

, com um sorriso

ter livrado de mim tão facilme

spaço vazio na parede.

óvel vibrou. Era uma mensagem

acredita

mensagem

heia de gente. No palco, sob a luz dos holofotes, estava Tiago. E atrá

gou no m

e momento para partilh

na, sentada na primeira fila,

ajoelh

unca me senti verdadeiramente necessário. Mas contigo, Carolina

or. Carolina chorava, com as mãos a tapar a

as com um silêncio gelado. Oito anos da min

o. A dor tinha dado lugar a u

Reclame seu bônus no App

Abrir
Traição e Azulejos Quebrados
Traição e Azulejos Quebrados
“Tiago prometeu pedir-me em casamento no nosso quarto aniversário. No oitavo, o anel ainda não tinha aparecido. A desilusão era uma presença constante. A sua desculpa para se afastar era sempre Carolina, a estagiária "frágil" a quem ele dedicava todo o tempo. A desilusão transformou-se em horror quando ele me pediu o painel de azulejos do meu pai, um beija-flor, um símbolo da nossa cumplicidade, para oferecer ao "sombrio" apartamento dela. Mas a verdadeira humilhação aconteceu na noite em que Tiago, com o meu painel de azulejos atrás dele, se ajoelhou publicamente num evento da empresa para pedir a Carolina em casamento. Quando cheguei, disposta a enfrentar a traição, ela orquestrou uma queda teatral, espatifando a herança do meu pai no chão. Ele culpou-me. Culpou-me pela destruição, enquanto me deixava sozinha com os cacos do meu mundo. "A Sofia não precisa de ninguém", disse ele, como se a minha força fosse um defeito. Aqueles oito anos foram uma mentira? Foi ali, entre os destroços, que a dor se transformou em clareza gelada. Peguei no telemóvel e aceitei a proposta de casamento de Duarte. Aquele homem poderoso, de quem eu fugira anos antes, seria a minha tábua de salvação. A minha fuga para o Porto não era uma derrota, era um novo começo. Mas Tiago, teimoso e cego, ainda não tinha percebido com quem se metera.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 1012 Capítulo 1113 Capítulo 1214 Capítulo 1315 Capítulo 14