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Minha Casa, Minha Liberdade

Capítulo 1 

Palavras: 737    |    Lançado em: 02/07/2025

to aniversário, o meu marido,

bolo, mas nã

ra mim, a faca raspando

para

monótona, sem

rçando um sorriso que nã

sala era tão espessa que quase se

eses. Silêncio, distância, u

A sua mã

eis meses, depois de o seu marido falecer,

ente. Pelo contrário, ela era perita numa

usar essa saia, mostra d

m pouco salgado, mas nã

nsado. Tens a certeza de qu

. Ele apenas dizia: "Ela é a minha mãe,

a tinha-se

armos o bolo, Pe

como es

uma resposta, apenas se vir

de bolo meio comido. O meu anive

quarto de hóspedes, que agora era o q

imidos?" A voz de Pedro era

inda dói. Sinto tanto a falta do teu p

ãe. Eu tam

do que eu vivesse assim, num c

Ela tinha o segundo maior quarto da

ta é a sua casa," disse

sim. Ela mal fala comigo. O olhar del

tava a tentar sobreviver à sua consta

o, mãe. Ela só está str

anto o teu pai trabalhava no estrangeiro, e nunca

is, a voz de Pe

u garantir que ela a t

as por minha causa. Eu aguento. Af

, tão dolorosa de ouvir. E

áscara de determinação sombria. Ele par

olhos en

a ouvir

remer ligeiramente. "A tua mãe acha que é um f

de solução?" Ele cruzou

daqui. Podemos pagar. Ela teria a sua

dro ficou ver

tar expulsar

a tentar salvar o

? Que tipo de pessoa és tu, Ev

scapou-se antes que eu pudesse detê-la.

ui és tu, com o teu egoísmo!" Ele cuspiu as palavra

tendo com o ombro no m

escuro, o coração a ba

dele a desaparecer, soube que tinha ac

o a sua escolh

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Minha Casa, Minha Liberdade
Minha Casa, Minha Liberdade
“Na noite do meu 25º aniversário, o bolo não tinha velas. A tensão na sala era tão espessa que dava para cortar com a faca. Há seis meses, a mãe do Pedro, Sofia, tinha-se mudado para nossa casa depois de enviuvar, e a minha vida tornou-se um inferno silencioso. Ela não gritava, mas as suas palavras eram veneno disfarçado de cuidado: "Eva, não achas que aquela saia é curta demais?" ou "O Pedro parece tão cansado, estás a cuidar bem dele?" O pior era que Pedro, o meu marido, nunca me defendia, sempre repetindo: "Ela está de luto, tem paciência." A paciência tinha-se esgotado. Naquela mesma noite, atrás de uma porta entreaberta, ouvi Sofia a choramingar para o Pedro que eu a tratava mal, que não era a casa dela. E então ouvi o Pedro, o homem que amava, prometer: "Vou falar com ela. Vou garantir que ela a trata com mais respeito." Como pude ser tão cega? A manipulação dela era óbvia, mas ele caía sempre na armadilha. Quando propus um apartamento para a mãe dele, a cara de Pedro ficou vermelha de raiva: "Estás a tentar expulsar a minha mãe? Que tipo de pessoa tu és?" "Onde está a tua compaixão por mim?", gritei. "Ela está a destruir-nos e tu não vês!" A resposta dele foi fria e final: "A única pessoa que está a destruir alguma coisa aqui és tu. Ela é a minha mãe. Ela fica. Fim da discussão." Naquele momento, olhando para as costas dele ao desaparecerem escadas abaixo, soube que tinha acabado. Ele tinha feito a escolha dele. E não era eu. Então, na manhã seguinte, tomei uma decisão. Uma decisão radical para salvar a mim mesma, mesmo que isso significasse destruir tudo.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10