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Minha Casa, Minha Liberdade

Capítulo 2 

Palavras: 644    |    Lançado em: 02/07/2025

rdei com uma decisão f

silenciosa. Pedro já tinha saído

r uma chávena de chá, a olhar pela

trei, um pequeno sorri

uerida. Dor

," disse eu, a minha voz ma

mesa, em f

ilou. "Claro. Acon

ro vamos di

dos lábios. Os seus olhos arregalaram-se, primeiro em choque, depois uma cente

e é que tu fizeste?"

' fiz. Trata-se de 'nós'

a personificação da inocência ferida. "É por

ntre mim e o teu filho. Só estou a informar-te

nos? Esta é a ca

comprado com o meu dinheiro, da herança dos meus

Mas a sua manipulação tinha-me ens

A máscara de velhinha frágil caiu, revel

o que o meu filho fez por ti!

," respondi calmamente. "O Pedro terá de en

ente, a cadeira a rasp

disto. O Pedro nun

querer uma vida com ele.

ozinha, deixando-a

dro. Dobrei as suas camisas, os seus jeans, as s

amisa que ele usou no nosso primeiro en

za. Senti um vaz

egunda mala quando o meu te

en

e ligou-me, a chorar histericament

rugido de incre

ério. As tuas malas estarão pr

o podes simplesmente expulsa

é minha. Consulta um a

é? Não acredito que estás a destru

nipulação dela em vez do nosso casamento.

o nenhum! Esta co

mim, a

uei a

forte, mas as minhas

pequenas. Como é que a vida de um homem,

ei-as para a sala de estar, colo

inal. Um p

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Minha Casa, Minha Liberdade
Minha Casa, Minha Liberdade
“Na noite do meu 25º aniversário, o bolo não tinha velas. A tensão na sala era tão espessa que dava para cortar com a faca. Há seis meses, a mãe do Pedro, Sofia, tinha-se mudado para nossa casa depois de enviuvar, e a minha vida tornou-se um inferno silencioso. Ela não gritava, mas as suas palavras eram veneno disfarçado de cuidado: "Eva, não achas que aquela saia é curta demais?" ou "O Pedro parece tão cansado, estás a cuidar bem dele?" O pior era que Pedro, o meu marido, nunca me defendia, sempre repetindo: "Ela está de luto, tem paciência." A paciência tinha-se esgotado. Naquela mesma noite, atrás de uma porta entreaberta, ouvi Sofia a choramingar para o Pedro que eu a tratava mal, que não era a casa dela. E então ouvi o Pedro, o homem que amava, prometer: "Vou falar com ela. Vou garantir que ela a trata com mais respeito." Como pude ser tão cega? A manipulação dela era óbvia, mas ele caía sempre na armadilha. Quando propus um apartamento para a mãe dele, a cara de Pedro ficou vermelha de raiva: "Estás a tentar expulsar a minha mãe? Que tipo de pessoa tu és?" "Onde está a tua compaixão por mim?", gritei. "Ela está a destruir-nos e tu não vês!" A resposta dele foi fria e final: "A única pessoa que está a destruir alguma coisa aqui és tu. Ela é a minha mãe. Ela fica. Fim da discussão." Naquele momento, olhando para as costas dele ao desaparecerem escadas abaixo, soube que tinha acabado. Ele tinha feito a escolha dele. E não era eu. Então, na manhã seguinte, tomei uma decisão. Uma decisão radical para salvar a mim mesma, mesmo que isso significasse destruir tudo.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10