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Minha Casa, Minha Liberdade

Capítulo 3 

Palavras: 556    |    Lançado em: 02/07/2025

seu quarto, a porta firmemente fechada.

de estar, a olhar par

vi uma chave a rodar na fechadura. A porta

le parou abruptamente quando viu as malas. Os seus

le disse, a sua voz

, levantando-me

direção, o seu corpo tenso

eito. É a minha casa

fia abriu-se e ela apar

amingou, descendo rapidament

ele, olhando para mim com

à volta dos ombros dela. "Está

a mais duro. "Tu ouviste-a. Ela está at

e os olhos! Ela tem-te manipulado desde o dia em que aqui chegou

im da minha mã

mas é a pessoa mais forte e calculista que eu

ga,

a, farta de me sentir uma estranha no meu próprio lar! Estou far

orro, carregadas de mese

rosto no peito de Pedro. "Vês, Pedro

nha mãe. Agora." A ordem

ger a mulher que nos tinha destruído. E nesse mome

ão

ecusa pai

q

não consegues ver, então não há mais nada a dizer."

um segundo, pensei que ele me ia bater. O

ele deu uma risada

Eva. Tu queres assi

u nas duas malas com

os,

-se para a porta, arr

para trás, por cima do omb

ais ficar sozinha nesta casa

rta e saiu, batendo-a

pela casa

no meio da s

zi

e, estava

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Minha Casa, Minha Liberdade
Minha Casa, Minha Liberdade
“Na noite do meu 25º aniversário, o bolo não tinha velas. A tensão na sala era tão espessa que dava para cortar com a faca. Há seis meses, a mãe do Pedro, Sofia, tinha-se mudado para nossa casa depois de enviuvar, e a minha vida tornou-se um inferno silencioso. Ela não gritava, mas as suas palavras eram veneno disfarçado de cuidado: "Eva, não achas que aquela saia é curta demais?" ou "O Pedro parece tão cansado, estás a cuidar bem dele?" O pior era que Pedro, o meu marido, nunca me defendia, sempre repetindo: "Ela está de luto, tem paciência." A paciência tinha-se esgotado. Naquela mesma noite, atrás de uma porta entreaberta, ouvi Sofia a choramingar para o Pedro que eu a tratava mal, que não era a casa dela. E então ouvi o Pedro, o homem que amava, prometer: "Vou falar com ela. Vou garantir que ela a trata com mais respeito." Como pude ser tão cega? A manipulação dela era óbvia, mas ele caía sempre na armadilha. Quando propus um apartamento para a mãe dele, a cara de Pedro ficou vermelha de raiva: "Estás a tentar expulsar a minha mãe? Que tipo de pessoa tu és?" "Onde está a tua compaixão por mim?", gritei. "Ela está a destruir-nos e tu não vês!" A resposta dele foi fria e final: "A única pessoa que está a destruir alguma coisa aqui és tu. Ela é a minha mãe. Ela fica. Fim da discussão." Naquele momento, olhando para as costas dele ao desaparecerem escadas abaixo, soube que tinha acabado. Ele tinha feito a escolha dele. E não era eu. Então, na manhã seguinte, tomei uma decisão. Uma decisão radical para salvar a mim mesma, mesmo que isso significasse destruir tudo.”
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