icon 0
icon Loja
rightIcon
icon Histórico
rightIcon
icon Sair
rightIcon
icon Baixar App
rightIcon

Minha Casa, Minha Liberdade

Capítulo 4 

Palavras: 600    |    Lançado em: 02/07/2025

s foram estranha

m ruído por si só. A casa parecia

ensagens. Apenas um silên

me garantiu que a minha posição era forte. A casa era min

o as minhas horas com reuniões e prazos,

rocura de um ponto de viragem, de um momento

sma conclusão: Pedro ti

ter saído, recebi um e-mail. Não

era "Divis

dro reclamava: o carro, que estava em nome de ambos, metade das nossas poupanças

nham escolhido. Obras de a

a uma compensação pela 'angústia emocional' causada pela sua expuls

l. A audácia deix

atamente ao

ebi um e-mail do

igências, a minha vo

estar a falar a sério! Compen

a. Andrade, isto é uma tática. Eles estão a tentar

resentes dos meus pais. Est

bos? Provas de

e procurar nos papéis

ta conjunta. O carro também terá de ser negociado. Mas a reivind

lefone, sentin

is provavelmente Sofia a sussurrar-lhe ao ouvido, ia lutar por cad

eriam p

as no sótão, à procura de recibos e documentos.

us pais, era uma facada. Eles tinham construído esta cas

m recibos de galerias de arte e lojas de

onda de al

amente substituído por

uzido. Uma batalha por objetos materiais. U

isso tinha desaparecido, substituído

eada pelos fantasmas do passado, e pela p

la perda do homem que pensei conhecer

Reclame seu bônus no App

Abrir
Minha Casa, Minha Liberdade
Minha Casa, Minha Liberdade
“Na noite do meu 25º aniversário, o bolo não tinha velas. A tensão na sala era tão espessa que dava para cortar com a faca. Há seis meses, a mãe do Pedro, Sofia, tinha-se mudado para nossa casa depois de enviuvar, e a minha vida tornou-se um inferno silencioso. Ela não gritava, mas as suas palavras eram veneno disfarçado de cuidado: "Eva, não achas que aquela saia é curta demais?" ou "O Pedro parece tão cansado, estás a cuidar bem dele?" O pior era que Pedro, o meu marido, nunca me defendia, sempre repetindo: "Ela está de luto, tem paciência." A paciência tinha-se esgotado. Naquela mesma noite, atrás de uma porta entreaberta, ouvi Sofia a choramingar para o Pedro que eu a tratava mal, que não era a casa dela. E então ouvi o Pedro, o homem que amava, prometer: "Vou falar com ela. Vou garantir que ela a trata com mais respeito." Como pude ser tão cega? A manipulação dela era óbvia, mas ele caía sempre na armadilha. Quando propus um apartamento para a mãe dele, a cara de Pedro ficou vermelha de raiva: "Estás a tentar expulsar a minha mãe? Que tipo de pessoa tu és?" "Onde está a tua compaixão por mim?", gritei. "Ela está a destruir-nos e tu não vês!" A resposta dele foi fria e final: "A única pessoa que está a destruir alguma coisa aqui és tu. Ela é a minha mãe. Ela fica. Fim da discussão." Naquele momento, olhando para as costas dele ao desaparecerem escadas abaixo, soube que tinha acabado. Ele tinha feito a escolha dele. E não era eu. Então, na manhã seguinte, tomei uma decisão. Uma decisão radical para salvar a mim mesma, mesmo que isso significasse destruir tudo.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10