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Liberta da Prisão do Amor

Capítulo 1 

Palavras: 580    |    Lançado em: 02/07/2025

mansão de Ricardo por três dias

ridículo que pa

dele, Sofia, pe

tornei

coço, deixando a pele em carne viva. A cada movimento, a corrente batia no

os momentos

e, gritando o nome de Ricardo, implorando para

ou eu, Laur

i nada! É um

o silêncio. Um silêncio pesado e o

empregados passavam por mim com olhares de pena ou desprezo

fosse humilhada. Ele q

mia de fraqueza, minha garganta estava seca e arranhada. A humilhação

ência começo

ram em soluços baixos. A luta de

fav

cei a i

avor, me dê um

r coisa. Só me s

fazendo pouco a pouco, até não sobrar nada. Eu era a

do lado de fora, na varanda, e a chuva encharcava minhas roupas,

não aguentari

m olhar frio, desprovido de qualquer emoção. Ele não e

perguntou, sua vo

amente, as lágrimas se mistur

eu não

u, um som d

inue aí. At

tomou conta de mim. Eu não podia deixá

com a pouca forç

corava a entrada da varanda. Sem pensar, juntei toda a minha energ

i aguda,

ou, seguido pelo meu

ficou

s passos apressados de Ricardo, sua voz gritando m

da minha

tempestuoso daquela noite, deixando que a correnteza me levasse p

a. E essa era a única ma

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Liberta da Prisão do Amor
Liberta da Prisão do Amor
“Eu fui acorrentada na porta da mansão de Ricardo por três dias e três noites, como um cachorro. O motivo? Minha irmã adotiva, a frágil Sofia, perdeu um broche. E eu fui acusada de roubo. A coleira de metal roçava meu pescoço, deixando a pele em carne viva, e a cada movimento, a corrente batia no mármore, ecoando pela casa que um dia foi meu lar. Lutei, gritei, implorei para Ricardo acreditar em mim: "Ricardo, sou eu, Laura! Me solta! Eu não roubei nada!" Mas ele, o homem que eu amava, que jurou me proteger, apenas me olhava com desprezo enquanto Sofia, a verdadeira manipuladora, sussurrava mentiras em seu ouvido. Fome, sede e humilhação se tornaram meus algozes, e a dor física se somava à da traição. Quando a chuva fria encharcou minhas roupas, e Ricardo me perguntou, friamente, "Você admite?", eu soube que não havia mais esperança. Eu bati minha cabeça na estátua. Caí. Mas antes que a escuridão me engolisse, ouvi o pânico em sua voz, gritando meu nome pela primeira vez em dias. Foi o som da minha liberdade, e eu forjei minha morte, jogando-me no mar tempestuoso. Para ele, eu estava morta. E essa era a única maneira de eu poder viver, de me reerguer, e talvez, um dia, revelar a verdade que ele se recusou a ver.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10