icon 0
icon Loja
rightIcon
icon Histórico
rightIcon
icon Sair
rightIcon
icon Baixar App
rightIcon

Liberta da Prisão do Amor

Capítulo 2 

Palavras: 576    |    Lançado em: 02/07/2025

meu "corpo" foi levado pe

um dia inteiro, gritando meu nome para as

purrou para a morte e

oltar ao in

ntes do meu

Ricardo entrou. Seu rosto estava fechado,

, venh

u larguei o pincel, meu coração já baten

entada no sofá, chorando silenciosamente. Seus ombros

rou na min

elhe

carei,

q

da palavra caindo como uma pedra. "Você

prendeu a coleir

pequeno sino estava preso nela, e tilintava

beça, seus olhos ve

isse com uma voz trêmula. "Eu... eu

e, se aninhando em seus braç

era a última coisa que minha m

ram por seu rosto per

rial, mas o valor sentimental... é t

, incapaz d

a. Ela havia pla

la contou uma história comovente sobre como eu sempre a desp

eito de Ricardo, sua voz cheia de dor. "Ela disse que eu er

ormance dign

mundo, que jurou me proteger de tudo

mim, seus olhos

o suficiente. Ela perdeu os pais, veio para um lugar estranho, e

peito. Eu tentei falar, tentei me defender, mas

eu sucesso, co

o. Eu não me importo mais com ele. Eu só..

escorregou de seus cílios lo

golpe

om um nojo que eu nu

não vai comer nem beber nada a

ada como um animal, enquanto consolava a mul

Reclame seu bônus no App

Abrir
Liberta da Prisão do Amor
Liberta da Prisão do Amor
“Eu fui acorrentada na porta da mansão de Ricardo por três dias e três noites, como um cachorro. O motivo? Minha irmã adotiva, a frágil Sofia, perdeu um broche. E eu fui acusada de roubo. A coleira de metal roçava meu pescoço, deixando a pele em carne viva, e a cada movimento, a corrente batia no mármore, ecoando pela casa que um dia foi meu lar. Lutei, gritei, implorei para Ricardo acreditar em mim: "Ricardo, sou eu, Laura! Me solta! Eu não roubei nada!" Mas ele, o homem que eu amava, que jurou me proteger, apenas me olhava com desprezo enquanto Sofia, a verdadeira manipuladora, sussurrava mentiras em seu ouvido. Fome, sede e humilhação se tornaram meus algozes, e a dor física se somava à da traição. Quando a chuva fria encharcou minhas roupas, e Ricardo me perguntou, friamente, "Você admite?", eu soube que não havia mais esperança. Eu bati minha cabeça na estátua. Caí. Mas antes que a escuridão me engolisse, ouvi o pânico em sua voz, gritando meu nome pela primeira vez em dias. Foi o som da minha liberdade, e eu forjei minha morte, jogando-me no mar tempestuoso. Para ele, eu estava morta. E essa era a única maneira de eu poder viver, de me reerguer, e talvez, um dia, revelar a verdade que ele se recusou a ver.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10