icon 0
icon Loja
rightIcon
icon Histórico
rightIcon
icon Sair
rightIcon
icon Baixar App
rightIcon

Liberta da Prisão do Amor

Capítulo 3 

Palavras: 498    |    Lançado em: 02/07/2025

boca me impedia d

ão foi

e conseguia pensar, um gr

pais não morreram em um acidente trágico, eles estavam vivos

s um de seus "colapsos nervosos", uma artimanha que

i avisar

ado com a Sofia. Ela

penas

Ela é só uma garota que passou po

mpre esteve

de valentões na escola, segurou minha mão no funeral da minha m

ele era m

o dia, quando eu ainda tentava lutar. Ele me deu um tapa no rosto, a primeira vez qu

uir uma nova vida, e você, com seu c

esprezo. Eu a via pelo que ela era: uma manipuladora talentosa, uma atriz

broche foi a

daquele dia p

s minhas rosas. Sofia se aproxim

u meu broche? O

ocê o deixou?" eu perguntei

. O desespero tomou

ui, na minha blusa! Al

mente. Eu tentei acalmá-la, di

do Ricar

o lado dela. Ele não perguntou o que acon

amente assu

usou. Me

la?" ele exigiu, sua

nada! O broche del

ia a imagem que Sofia havia pinta

foram inúteis. Meus protestos fo

om uma coleira de cachorro, enquanto a mulher que me in

Reclame seu bônus no App

Abrir
Liberta da Prisão do Amor
Liberta da Prisão do Amor
“Eu fui acorrentada na porta da mansão de Ricardo por três dias e três noites, como um cachorro. O motivo? Minha irmã adotiva, a frágil Sofia, perdeu um broche. E eu fui acusada de roubo. A coleira de metal roçava meu pescoço, deixando a pele em carne viva, e a cada movimento, a corrente batia no mármore, ecoando pela casa que um dia foi meu lar. Lutei, gritei, implorei para Ricardo acreditar em mim: "Ricardo, sou eu, Laura! Me solta! Eu não roubei nada!" Mas ele, o homem que eu amava, que jurou me proteger, apenas me olhava com desprezo enquanto Sofia, a verdadeira manipuladora, sussurrava mentiras em seu ouvido. Fome, sede e humilhação se tornaram meus algozes, e a dor física se somava à da traição. Quando a chuva fria encharcou minhas roupas, e Ricardo me perguntou, friamente, "Você admite?", eu soube que não havia mais esperança. Eu bati minha cabeça na estátua. Caí. Mas antes que a escuridão me engolisse, ouvi o pânico em sua voz, gritando meu nome pela primeira vez em dias. Foi o som da minha liberdade, e eu forjei minha morte, jogando-me no mar tempestuoso. Para ele, eu estava morta. E essa era a única maneira de eu poder viver, de me reerguer, e talvez, um dia, revelar a verdade que ele se recusou a ver.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10