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Liberta da Prisão do Amor

Capítulo 4 

Palavras: 519    |    Lançado em: 02/07/2025

inte, um pa

a de veludo, estava

e resta

do, como se alguém o ti

um bilhete, escrito com le

GE DELE. E

ra. Mas para um homem cego pela raiv

foto do broche destruído e do bilhete para um blog d

ira ciumenta, a

por trás do r

tima de um a

s não me conheciam, não sabiam de nada, mas se

ando o celular, seu rosto um

ras em mim. "Olhe o que você fez. Você não s

i a cabeça

s soluços. Eu estava

tava a cada soluço, um som zo

u, andando de um lado para o outro na minha frente. "Eu te dei tudo,

ssa palav

itava que eu era tão insegura, tão me

mais. Ou talvez nu

Eu não sou ciumenta! Eu te

traiu, me levando

ssete anos, sentados no telhado

passando o braço pelos meus ombros. "Ninguém nun

indo um fracasso. Ricardo não disse nada. Ele apenas me abraçou e ficou ali, me segurando, até eu p

ais te diga o que fazer,"

Meu cavaleiro de

a aquele h

com ódio, não era meu Ricardo. Era

estava tão segura do amor dele, tão acostumada com sua proteção, que n

a só dele. Era

ixei me

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Liberta da Prisão do Amor
Liberta da Prisão do Amor
“Eu fui acorrentada na porta da mansão de Ricardo por três dias e três noites, como um cachorro. O motivo? Minha irmã adotiva, a frágil Sofia, perdeu um broche. E eu fui acusada de roubo. A coleira de metal roçava meu pescoço, deixando a pele em carne viva, e a cada movimento, a corrente batia no mármore, ecoando pela casa que um dia foi meu lar. Lutei, gritei, implorei para Ricardo acreditar em mim: "Ricardo, sou eu, Laura! Me solta! Eu não roubei nada!" Mas ele, o homem que eu amava, que jurou me proteger, apenas me olhava com desprezo enquanto Sofia, a verdadeira manipuladora, sussurrava mentiras em seu ouvido. Fome, sede e humilhação se tornaram meus algozes, e a dor física se somava à da traição. Quando a chuva fria encharcou minhas roupas, e Ricardo me perguntou, friamente, "Você admite?", eu soube que não havia mais esperança. Eu bati minha cabeça na estátua. Caí. Mas antes que a escuridão me engolisse, ouvi o pânico em sua voz, gritando meu nome pela primeira vez em dias. Foi o som da minha liberdade, e eu forjei minha morte, jogando-me no mar tempestuoso. Para ele, eu estava morta. E essa era a única maneira de eu poder viver, de me reerguer, e talvez, um dia, revelar a verdade que ele se recusou a ver.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10