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O Novo Capítulo de Maria

Capítulo 2 

Palavras: 731    |    Lançado em: 02/07/2025

oi uma repetição exata d

com Ana entre eles, como se ela

u Sofia, empurrando o prato. "A tia Ana n

esculpado profusamente e corrido para

eu apenas

, então não coma", res

na mesa f

olhou,

aço de comida na boca, parou com o garfo

ima. "Está tudo bem, Sofia. Eu posso comer. Ma

am veneno puro, pintando-me como a meg

o começou

r, como se não re

vocês?", ele murmuro

a mão em suas costas. "Pai, calma. Você

va. "Viu o que você fez, m

ndo meu jantar, i

a de um ano depois que Ana se

, mas João insistiu que

ozinha e passei hora

vi, ele a jo

nar?", ele gritou, antes de se encolher e

, doente e humilhada, limpava a sopa

té dormir, sentindo-me

sma performance,

voz firme cortando a atuaçã

sto parecendo genuína por um segundo, provav

mesa. "Mãe! Como você pode s

ece perfeitamente saudável para mim. Talvez um pouco

m sua voz chorosa. "Não vamos brigar.

tei, pegand

entada ali e assi

r", anunciei. "A

ra o meu quarto, trancan

ouvi os sussu

ela?" era a

u João, sua voz de repente clara e sem tr

, disse Ana, suavemente. "

que eu não

subest

me sube

es me descartaram como um

m que recebi o dia

ecisando do meu mar

istindo a um filme, r

s, o silêncio durou

s olhos da TV. "Mas você precisa continuar cuid

, mãe. Não podemos deixar a casa virar

esperança que eu

ava so

va vida, a solidão

uma

a aprovação deles,

cisava de

sentindo a força fl

a tola abnegada

ntada naquela cama ago

a pronta pa

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O Novo Capítulo de Maria
O Novo Capítulo de Maria
“Na minha primeira vida, dei meu último suspiro numa cama de hospital fria, o corpo corroído pelo câncer de fígado sem que eu soubesse. Enquanto a morfina tentava apagar a dor, vi meu marido, João, com quem dividi um lar por mais de quarenta anos, sussurrar doces palavras para Ana, sua ex-namorada, ao meu lado. "Ana, querida, não chore. Quando ela se for, finalmente poderemos ficar juntos sem nos escondermos", ele disse, com uma ternura que nunca mais foi minha. Meu mundo desabou ao ouvir Ana reclamar: "Mas João, foram três anos. Três anos servindo essa velha como uma empregada. Estou tão cansada." Por três longos anos, acreditei na farsa do Alzheimer de João e acolhi sua "prima distante" em minha própria casa, trabalhando exaustivamente para cuidar deles. Meu corpo cedeu à traição e ao cansaço, e eles esperavam ansiosamente pela minha morte para herdar meus bens. Para minha dor e choque, minha filha, Sofia, sabia de tudo, repreendendo-me por não ser "paciente" com o pai doente e "gentil" com a pobre Ana. A raiva e o arrependimento me sufocaram, mas minha voz não saía, meu corpo não me obedecia mais. Fechar os olhos, ouvindo a risada contida deles, foi meu fim. Mas então, uma luz. Abri os olhos, não no hospital, mas na sala da minha casa, com minhas mãos fortes e saudáveis. O som da porta se abrindo, e Sofia entrou, sorrindo, com Ana logo atrás, segurando uma mala, me trouxe de volta ao dia em que meu inferno começou. Desta vez, a fúria gelada e calculista tomou conta de mim, lembrando de cada humilhação e mentira. Eles queriam uma performance? Eu lhes daria uma. "Bem-vinda, Ana", eu disse, com um sorriso que não alcançou meus olhos. "A casa é sua." Por enquanto.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 1012 Capítulo 11